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Maringá

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Relembre as atrações do Waterpark e veja como está o parque hoje

Publicado por Nailena Faian, com projeto Maringá Histórica, 14:47 - 26 de Abril de 2019

O Tropical Waterpark fez parte da vida de vários maringaenses. O parque aquático funcionou por quase 14 anos, entre 1996 e 2010, e agora só restam lembranças. Em parceria com o projeto Maringá Histórica, vamos contar a história desse local, relembrando as atrações. No vídeo acima, é possível conferir como está o clube hoje.


Estruturado na várzea de um córrego na Avenida Nildo Ribeiro, Vila Emília, o Tropical Waterpark foi fundado pela família Pozza, detentora de uma construtora. Antes, o terreno de aproximadamente 50 mil metros quadrados era utilizado como associação de funcionários da empresa. Seu lançamento ocorreu em maio de 1995, no Centro Português.


A família criou o parque aquático pensando em lançar algo inovador na cidade, já que os negócios não iam muito bem. O espaço de lazer entrou operação no final de 1996, no começo do verão.



“Considerado na época um dos mais modernos equipamentos de lazer de toda a região, o parque aquático nasceu para atender as classes mais altas de Maringá”, explica Miguel Fernando Perez Silva, responsável pelo projeto Maringá Histórica e secretário de Cultura de Maringá.



Na época, o título de associado custava, em média, R$ 500, além da mensalidade de manutenção de R$ 35. Segundo o Maringá Histórica, em seu auge, o parque chegou a ter 8 mil associados. O local era um dos pontos de lazer mais utilizados no início dos anos 2000.

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Foto: Acervo Maringá Histórica

Atrativos


Os atrativos do Tropical Waterpark chamavam muitos visitantes. Piscinas tropicais, tobogãs, playground, piscina coberta, hidromassagem, castelinho e é claro, a famosa piscina de ondas. O equipamento foi elaborado pela construtora Pozza juntamente com pessoas que vieram de Goiás.



“A principal atração era a piscina de ondas. Quando as máquinas eram ligadas, sirenes espalhadas pelo parque ecoavam o sinal e todo mundo corria para aproveitar. Quando as ondas paravam, as pessoas reclamavam. Era algo inovador, nenhum outro parque de Maringá tinha”, lembra o responsável pelo Maringá Histórica.



Outro destaque era um tobogã que se conectava com um pequeno rio, como se fosse uma espécie rafting. “Pessoal descia de boia pelo tobogã e entrava no rio”, lembra Miguel Fernando.


A parte gastronômica também não deixava a desejar. Havia uma estrutura em formato de barco que servia caldo de cana, milho cozido, pipoca e churros. Além disso, havia uma lanchonete em frente à piscina de ondas e outra na entrada no parque, onde também chegou a funcionar uma rádio que sonorizava todo o clube.


O parque encerrou as atividades, segundo o Maringá Histórica, porque houve baixa na procura por aquisição de títulos e os proprietários passaram a cobrar só pela entrada. No entanto, o valor arrecadado não era suficiente para manter o clube, que foi desativado em 2010.


Incêndio


Depois de fechado, um incêndio atingiu o parque e a notícia repercurtiu pela cidade. Foi em 2012, quando um toboágua foi tomado pelas chamas. Na época, o Corpo de Bombeiros constatou que o fogo tinha começado na mata do terreno vizinho e as chamas se alastraram rapidamente, atingindo o toboágua. Depois de uma hora, o incêndio foi contido.

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Foto: Acervo Maringá Histórica

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