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Reconstituição

Polícia Civil refaz os últimos passos de Jeniffer Tavares

Publicado por Luciana Peña/CBN Maringá, 13:57 - 20 de Maio de 2019

A polícia civil começou a reconstituição da morte de Jeniffer Tavares pelo motel onde a estudante de 16 anos esteve com o suspeito do crime na manhã de domingo, 5 de maio. A imprensa não pode entrar. Os repórteres ficaram do lado de fora e as portas permaneceram fechadas.


Lá dentro se percebia a movimentação dos policiais e do suspeito Carlos Alberto da Silva que dava a versão do que teria acontecido naquele dia. Familiares da vítima também acompanhavam do lado de fora. Depois de três horas de reconstituição no motel, o advogado da família saiu e conversou rapidamente com os jornalistas.


Fausto Mochi foi contratado para auxiliar a acusação. Ele acredita que uma terceira pessoa participou do crime e que Jeniffer saiu viva do motel. Considera que houve omissão do motel, primeiro por ter deixado a jovem entrar e depois por tê-la deixado sair. Se a jovem estava passando mal, o socorro deveria ter sido chamado ali mesmo, disse o advogado em entrevista à CBN Maringá.


Os advogados de defesa, no entanto, alegam que a reconstituição reforça a tese de que não houve estupro. O advogado Raffael Benassi disse também que o cliente nega ter matado Jeniffer e tentou socorrê-la.

Jeniffer foi encontrada morta num terreno baldio no dia 7 de maio. Foi vista pela família pela última vez no sábado, dia 4, quando saiu de casa para ir a uma festa com amigos. No domingo estava sendo procurada pela família que fazia apelo nas redes sociais. A reconstituição prosseguiu no local onde o corpo foi encontrado.


Ouça as entrevistas aqui. 

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Foto: Luciana Peña/CBN Maringá

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