29 de novembro de 2025

Bolsas de NY fecham em alta após mercado atribuir 100% de chance de alívio do Fed em setembro


Por Agência Estado Publicado 13/08/2025 às 17h30
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As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, 13, prolongando os ganhos da véspera em um contexto em que a aposta em alívio monetário pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em setembro atingiu 100% de probabilidade à luz do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA. O S&P 500 e o Nasdaq renovaram recordes. O frisson por criptomoedas colocou os holofotes na Bullish, que disparou na estreia no mercado acionário.

O índice Dow Jones fechou em alta de 1,04%, aos 44.922,27 pontos. O S&P 500 avançou 0,32%, aos 6.466,58 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 0,14%, aos 21.713,14 pontos.

Perto do horário de fechamento das bolsas, a ferramenta de monitoramento do CME Group mostrava que o mercado aposta em 100% de chance de alívio em setembro, com aposta predominante em um desfecho de corte de 25 pontos-base pelo Fed. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que há “uma boa possibilidade” de um corte de 50 pontos-base (pb).

Entre dirigentes do BC americano, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, defendeu que tarifas causam choque estagflacionário e são ruins para o mandato duplo do BC. Já o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que continua vendo como apropriado um corte na taxa de juros em 2025.

Com o bitcoin perto de máximas, a Bullish disparou 89% em sua estreia na Bolsa de NY. A proprietária da CoinDesk levantará mais de US$ 1,1 bilhão com a venda de 30 milhões de ações.

Principal alta do S&P 500, a Paramount Skydance saltou 37% após o CEO David Ellison fechar acordos importantes, incluindo um contrato de sete anos com a TKO Group Holdings, que dará à Paramount direitos exclusivos de transmissão de todos os eventos do Ultimate Fighting Championship nos EUA.

A CoreWeave, fornecedora de nuvem de inteligência artificial, caiu 21% após prejuízo no segundo trimestre maior do que o esperado.

A Exxon Mobil e a Chevron ganharam 0,93% e 1,39%, respectivamente, mesmo com queda do petróleo e em meio às expectativas sobre a reunião dos presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para discutir a guerra na Ucrânia.

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