Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

15 de fevereiro de 2026

Itaú, Santander e Citi firmam acordos com União e encerram disputas tributárias de R$ 2,5 bi


Por Agência Estado Publicado 04/02/2026 às 15h36
Ouvir: 00:00

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) firmou acordos nas últimas semanas com o Itaú, Santander e Citibank, que encerraram disputas judiciais com o governo, quitando dívidas de R$ 2,5 bilhões. As negociações foram firmadas no âmbito do Programa de Transação Integral (PTI), que tem o objetivo de reduzir as disputas tributárias entre empresas e União. Além disso, é uma das apostas da equipe econômica para arrecadar receitas extraordinárias e atingir a meta fiscal.

O acordo firmado com o Santander quitou uma dívida de R$ 1,5 bilhão, enquanto a transação com o Citibank extinguiu um débito de cerca de R$ 500 milhões. Nos dois casos, os débitos eram referentes à cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta em 2007.

O Itaú negociou cerca de R$ 1 bilhão em dívidas que envolviam PIS/Cofins sobre receitas financeiras, Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais também regularizou uma dívida de mais de R$ 200 milhões referente à incidência de PIS e Cofins sobre receitas financeiras.

Ao todo, foram negociados R$ 3,3 bilhões com grandes instituições financeiras. O valor se refere ao total das dívidas, e não ao montante pago à União. Os descontos oferecidos pela PGFN variam entre 10% e 30%. No caso do Itaú, o desconto foi de 10%.

Entre janeiro e setembro de 2025, a PGFN recuperou R$ 44,9 bilhões em dívidas. Desse total, mais da metade foi fruto de transações, segundo o órgão.

“Nos acordos já celebrados, os descontos variaram entre 10% e 30%, de acordo com a temporalidade e a situação específica de cada processo judicial, com pagamento à vista do saldo remanescente, garantindo à União recuperar valores expressivos que poderiam demorar anos para serem recolhidos”, explica a coordenadora-geral de Negociações da PGFN, Mariana Lellis Vieira.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Membros do conselho do BRB apadrinhados por Ibaneis e Reag renunciam ao cargo


Dois membros do conselho fiscal do Banco de Brasília (BRB) apadrinhados pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e…


Dois membros do conselho fiscal do Banco de Brasília (BRB) apadrinhados pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e…

Economia

STF barra aposentadoria especial para vigilantes; INSS apontou rombo de R$ 154 bi


O Supremo Tribunal Federal negou aposentadoria especial à categoria dos vigilantes, armados ou não, ao acolher recurso do INSS nesta…


O Supremo Tribunal Federal negou aposentadoria especial à categoria dos vigilantes, armados ou não, ao acolher recurso do INSS nesta…

Economia

Abrafrigo: volume embarcado em janeiro alcança 278 mil T, alta anual de 16,4%


A exportação brasileira de carne bovina (considerando carnes in natura e industrializada, miudezas comestíveis e outros subprodutos da cadeia produtiva)…


A exportação brasileira de carne bovina (considerando carnes in natura e industrializada, miudezas comestíveis e outros subprodutos da cadeia produtiva)…