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Maringá tem condições de fazer o retorno gradativo, diz Acim

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), Michel Felippe Soares faz uma avaliação do momento que a cidade atravessa em relação ao isolamento social e apresenta informações que mostram condições seguras do retorno às atividades de alguns setores da economia. Soares, contudo, alerta que a população de risco deve continuar em isolamento social, mesmo com a reabertura de setores da economia.

Leia um trecho da entrevista:

Gilson Aguiar: Sobre o decreto da Prefeitura. Qual a avaliação que a ACIM faz e qual o posicionamento da instituição quanto à isso?

Michel Soares: Nós temos que ter um processos de liberação gradual das atividades, até mesmo porque nós temos uma grande ociosidade dos Hospitais, tanto públicos quanto privados, que nos permitira, através de indicadores, através de métricas, ter essa liberação gradual, segura. Garantindo a segurança e a saúde da população maringaense, que essa tem que ser sempre nossa prioridade. Em função disso, nós elaboramos um estudo, uma métrica que foi entregue já ao Poder Público, onde nós teríamos cenários de abertura das atividades gradual […].

Nós tínhamos uma expectativa de que essa semana já tivesse uma abertura maior das atividades econômicas, a construção civil voltando parcialmente, limitado ao número de funcionários por obra. Com um percentual da indústria trabalhando, o comércio com seu teleatendimento. Os restaurantes tendo a modalidade drive thru, que facilitaria na questão de fluxo de entrega das mercadorias.

[…] Temos que ser indutores na recuperação da atividade econômica, algo que nos preocupa muito é como é que vão ficar a vida das pessoas. Como é que vai se comportar o índice de desemprego na nossa cidade. Isso em geral é uma preocupação muito grande, porque isso acaba virando caso de saúde pública, as pessoas ficando estressadas, não tendo renda o suficiente para ter as suas necessidades básicas atendidas.

GA: Qual é a ação que a Acim vai tomar?

MS: Nós, agora, estamos buscando um entendimento com a prefeitura de qual é a métrica que eles estão utilizando para poder definir: só abre esse segmento e não abre o outro. Porque a partir de algumas métricas como a que foi estabelecida e direcionada pela OMS, que fala percentual de leitos ocupados, de testes feitos, de testes positivados em relação aos testes feitos, porque nós sabemos, […] nós teremos uma curva de contaminação que ela deve ocorrer, ela vai ocorrer na nossa cidade, como vai acontecer no Brasil, como está ocorrendo no mundo. Existe uma tendência de um alto percentual da população contrair o coronavírus, só que essa curva não pode ser achatada a tal ponto que nós ficamos numa situação de inércia e dormência por seis meses, sete meses.

Nós temos que ter um achatamento controlado dessa curva para que não haja uma sobrecarga da área de saúde pública e que nós conseguimos ter uma convivência com essa situação. Essa é a nossa grande preocupação, é a criação da métrica adequada. […] A gente teria que ter um cronograma de abertura de acordo com os indicadores. […] Mas, também, sempre com aquela visão: se por acaso os indicadores indicassem um retrocesso ou algum processo, nós poderíamos analisar a evolução da abertura, ou até mesmo regredir se necessário fosse.

GA: Você tem que ter um grau de informação bastante transparente por parte do poder municipal para que as atitudes sejam tomadas em tempo real ou mais próximo possível do dados.

MS: Exatamente, a informação tem que ser diária. Não podemos ter atraso da informação, porque impacta na velocidade da tomada de decisão. Seja da continuidade de uma abertura gradual, ou seja até mesmo em retrocesso em algumas medidas. […] É um cenário factível que nós tenhamos as paralisações intermitentes, paralisação de determinados períodos para controlar o ciclo da doença e depois voltar a normalidade das atividades. […] Ter lá um painel que nós possamos diariamente visualizar as informações e a população também entender essas informações como ocorrem.

GA: Quando que vai ter esse encontro com a Prefeitura?

MS: Nós temos reuniões com eles periódicas. Essa comunicação tem sido permanente. Nós estamos apoiando eles com dados, com muitas informações, pediram perfil das forças de trabalho das empresas, que deu a entender onde é que estaria o percentual de pessoas com comorbidades, onde estão os percentuais com as pessoas com mais de 60 anos de idade. Queria aproveitar para destacar: as pessoas do grupo de risco, elas têm que manter o isolamento, não importa que as atividades estejam abrindo, o grupo de risco ele tem que ter um isolamento.

Ouça a entrevista completa na CBN Maringá.

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