Virada Cultural reuniu cerca de 40 mil pessoas, em Maringá


Por Iasmim Calixto
Foto: Thiago Louzada/PMM/Reprodução

A Virada Cultural de Maringá foi um grande sucesso de público. Segundo informações da Secretaria de Cultura de Maringá, cerca de 12 mil pessoas assistiram ao show de Gal Costa no sábado, 30, e 20 mil acompanharam o show da banda Sepultura no domingo, 31.

Durante os dois dias de evento, cerca de 40 mil pessoas transitaram na praça Salgado Filho (antiga praça do Aeroporto), para prestigiar os eventos culturais de diversos segmentos, como teatro, cinema, dança e atrações musicais.

Para o Secretário de Cultura de Maringá, Victor Simião, a Virada Cultural teve uma repercussão estrondosa. “Uma Virada simplesmente sensacional. Atingimos em torno de 40 mil pessoas, entre quem foi ao show e quem circulou pelo espaço. Mobilizamos dez artistas locais, Gal Costa, Sepultura. Levamos o ‘Cinema a Céu Aberto’. O resultado é essa repercussão estrondosa. Além disso, mobilizamos a economia da cidade: food trucks e o pessoal do artesanato, por exemplo, fizeram boas vendas. Investir em cultura é ter resultado em muitos segmentos”, afirmou o Secretário.

Além de contar com gigantes da música brasileira, como Gal Costa, cantando grandes sucessos como ‘Divino Maravilhoso’ e ‘Baby’ e a banda de sucesso internacional Sepultura, que carregou o público ao som de ‘Roots Bloody Roots’ e ‘Territory’, diversos artistas locais também estiveram presente levando o nome da Cidade Canção aos palcos da Virada Cultural de 2022.

Mas o que chamou a atenção mesmo de quem passava – ou ficava – na Virada Cultural de Maringá foi o público. Rafa Assunção, comunicólogo, afirmou que o evento foi uma chance de ver grandes artistas sem precisar ir à capitais, poupando tempo e dinheiro. “Eu sou fã de música pop e me diverti muito no show, como eu não costumo viajar para festivais grandes em metrópoles, a virada cultural é sempre uma grande oportunidade de entretenimento e cultura pra quem não pode viajar e conta com esse tipo de evento para aproveitar e se divertir. […] Eu não teria ido a um show do sepultura se não fosse pela virada cultural, já que foi um evento gratuito na minha cidade. Pude experenciar um show de Heavy Metal e Hardcore, de forma acessível e gratuita”, completou o comunicólogo.

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