
A principal pauta nos bastidores da Câmara de Maringá durante a sessão da manhã desta terça-feira, 9, tem nome e sobrenome bem popular: Leandro Bravin (PL), vereador que se licenciou do Legislativo para assumir a Secretaria Municipal de Assistência Social e de Políticas sobre Drogas e Pessoa Idosa.
O motivo fartamente especulado à boca-pequena seria o seu desempenho à frente da Secretaria. Mas o pai de Leandro, o experimentado ex-vereador Belino Bravin, ao ser questionado, disse que “tudo não passou de um mal entendido” sobre uma conversa que afirmou ter tido com um conhecido jornalista.
“Eu disse para o jornalista que, se fosse eu no lugar do Leandro, retornaria para a Câmara: é bem mais tranquilo que uma secretaria como a de Assistência Social, que só lida com problemas”. A mesma versão sobre as especulações, foi dada pelo irmão de Leandro, o também vereador Junior Bravin (PP).
“Tudo nornal”
Já o suplente de Leandro Bravin, Guilherme Machado (PL), que em plenário tem lugar ao lado de Junior Bravin, ao ser questionado se o titular da cadeira retornaria à Câmara, respondeu que, até aquele momento, “não”. E acrescentou: “Falei com ele e ele me disse que está tudo normal”.
Apesar das versões apresentadas pelos vereadores e ex-vereadores diretamente ligados às circunstâncias, outros quatro vereadores da base aliada que aceitaram falar sobre o assunto na condição de anonimato deram a entender que, no mínimo, a saída de Leandro é um tema em pauta.
“Quem nomeia e exonera é o prefeito”, disseram dois dos quatro vereadores da base que foram ouvidos. O secretário municipal Leandro Bravin e a Prefeitura de Maringá foram procurados, mas não retornaram. Retorno esse que o tempo dará e, de forma objetiva, dirá o que é fato ou boato.
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