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'Dogão' de Maringá faz sucesso em SP; que tal um 'Parque do Ingá'?

Publicado por Nailena Faian, 10:35 - 23 de Março de 2019

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Cachorrão "Parque do Japão". Foto: Reprodução/Facebook

Já imaginou chegar num carrinho de cachorrão na cidade de São Paulo e pedir um “Parque do Ingá” ou um “Praça do Peladão”? Para quem não é de Maringá, os nomes soam engraçados e curiosos. E tem muitos mais: “Mandacaru”, “Expoingá”, “Contorno Sul”, “Avenida Tiradentes”, entre outros.


No total, o estabelecimento "Dogão de Maringá" vende 30 lanches com nomes que homenageiam a cidade de Maringá. Quem comanda o “dogão” é a Maria Inês Pastro, de 58 anos, e a filha Luciana, de 34 anos.


Elas moravam em Maringá, mas há dez anos se mudaram para a cidade de São Paulo e há três anos e meio administram o negócio fundado por outra filha e pelo genro em 2009. “Eles tinham um estacionamento e tinham muita vontade de montar o cachorrão lá porque todo mundo adora o lanche, cresceu comendo e aqui não tem igual”, conta.


A ideia deu certo e atraiu os paulistanos e claro, muitos maringaenses que passam por São Paulo acabam indo até o estabelecimento para atestar se o “dogão” é o original de Maringá mesmo.



“Fazemos 30 tipos, desde o tradicional com salsicha até com ovos, frango, carne, bacon, calabresa, peito de peru, entre outros”, detalha Maria Inês.


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Foto: Reprodução/Facebook

Há três anos e meio, a filha dela resolveu voltar para Maringá e a mãe e a outra filha assumiram o negócio que é um sucesso. “No começo foi difícil porque ninguém conhecia o nosso pão, a maneira de fazer, mas depois todos gostaram e se apaixonaram”, lembra Maria Inês.


De acordo com ela, o mais vendido é o “Avenida São Paulo”, composto por pão, maionese da casa, catchup, alface, tomate, milho, ervilha, uma salsicha, contra filé acebolado, bacon, queijo prato derretido e batata palha. Toda essa delícia por R$ 29,70.


Pelo iFood já tem o aviso: “não fazemos SEM prensar”. Maria Inês conta que é literalmente os “dogões” de Maringá. O pão, inclusive, vai daqui de Maringá para São Paulo. “Aqui eles usam outro tipo de pão, é menor ou tipo baguete. Tem gente que gosta tanto do pão de Maringá que compra ele puro, é lindo, saboroso”, conta.

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Foto: Reprodução/Facebook

Outro diferencial é a maionese verde, feita na própria lanchonete.



“Fazemos tudo para lembrar o interior do Paraná, a nossa Maringá. O lanche vai na cestinha com os tubinhos de catchup, mostarda, maionese verde, molho de pimenta e sempre acompanha uma tubaína ou refrigerante de litro. Diferente daqui de São Paulo onde entregam os molhos em sachês e o refrigerante é de lata”, descreve.



No fim da entrevista ao portal GMC Online, Maria Inês não conteve a emoção e chorou de saudade de Maringá. Luciana, a filha que ajuda no negócio, disse que ela fica emocionada pelo estabelecimento ter dado tão certo e também por saudade de Maringá e da família. “Sentimos falta da qualidade de vida daí”, revela.


Para quem for passar pela cidade de São Paulo e quiser ir até o “Dogão de Maringá”, anota o endereço: Avenida Ibirapuera, 1250, Zona Sul. Fica atrás do Parque Ibirapuera.


Confira os 5 cachorrões mais vendidos no “Dogão de Maringá”



- Avenida São Paulo: Pão, maionese da casa (verde), catchup, alface, tomate, milho, ervilha, 1 salsicha, contra filé acebolado, bacon, queijo prato derretido e batata palha. R$ 29,70


- Catuaí: Pão, maionese da casa (verde), catchup, alface, tomate, milho, ervilha, 1 salsicha, carne louca acebolada e batata palha. R$ 22


- Catedral: Pão, maionese da casa (verde), catchup, alface, tomate, milho, ervilha, 1 salsicha, 2 hambúrgueres, queijo prato derretido e batata palha. R$ 22


- Parque do Ingá: Pão, maionese da casa (verde), catchup, alface, tomate, milho, ervilha, 1 salsicha, calabresa acebolada e batata palha. R$ 22


- Parque do Japão: Pão, maionese da casa (verde), catchup, alface, tomate, milho, ervilha, 1 salsicha, linguiça toscana acebolada e batata palha. R$ 22


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A maionese verde é feita no próprio estabelecimento. Foto: Reprodução/Facebook

História do cachorrão maringaense


Recentemente, o projeto Maringá Histórica divulgou um vídeo em que conta a história do cachorrão de Maringá. Confira:

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