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Amar/Morrer

Quem me conhece sabe que eu tenho basicamente dois assuntos, o amor e a morte. Isso não significa muita coisa, pois pelo que entendo, todos os seres humanos preocupados com sua própria humanidade pensam vez e outra em tais questões. Você sabe do que estou falando, não é mesmo? Você sabe porque esses assuntos também são teus e independente do que eu lhe diga a sentença final brota do teu coração.

Talvez você não tenha idéia do quanto o amor romântico atrapalha nossa correta percepção de vida. Tanto faz, morena. Ver errado, às vezes é tão bom. A não ser quando se busca objetivamente ver certo. Daí é preciso abrir mão de alguns prazeres e confortos, e se lançar na escuridão do abismo do existir. E lá, sabemos, que uma das principais tarefas do amor é viver. Não, o amor não vive como um sujeito no mundo, mas é sempre a máxima e única potencialidade de viver. O problema é que seguindo essa lógica me resta a pergunta certa, o que seria o morrer?

Morrer não é a ausência do amor. Não pode ser, pois é normalmente na morte que se revelam os sentimentos e os sentidos do viver. Morrer não pode ser também a simples ausência da vida, como se a vida fosse um moleque chato que um dia resolve não descer pro parquinho simplesmente pra fazer falta na brincadeira. Pois, se há tanto amor na vida, o que acontece no dia depois da morte? Qual é o gosto da ressaca do viver?

Não lembramos, é claro, mas nascer é uma dor gigantesca. Imagine como deve ser estranho respirar pela primeira vez. Sentir fome, sentir frio, sentir medo pela primeira vez. Vivemos sentimentos inversos aos sentimentos das pessoas ao nosso redor. Alegram-se com nosso nascimento enquanto experimentamos um misto de confusão e dor, e vêem beleza em nossos primeiros tempos, quando somos imensamente dependentes e acumulamos traumas impensáveis; enquanto isso, se entristecem com nossa morte, que é naturalmente a aceitação da condição humana e a superação de cada trauma que um dia nos machucou.

Penso que devo estar errado, pois se tem uma coisa que aprendi nessa vida é que ninguém se faz tão companheiro na vida quanto o errar. Mas, se você me permite o erro possível, creio que nossa grande falha é tratar a vida e a morte como duas coisas totalmente separadas. Nossa cabeça foi bestamente treinada pra pensar em termos binários. A vida, parça, não faz questão alguma de se adequar ao nosso jeito de pensar.

Há de se saber amar na morte também. É assim que nos interessa viver.
E, se todos vamos
TO-DOS
Somos testemunhas
que o amor não
quer o peso ou a dor
e que viver é bem
mais do que estar […]
aqui.

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