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03 de abril de 2026

FecomercioSP: serviços criam 62% mais vagas em SP em janeiro ante janeiro de 2021


Por Agência Estado Publicado 16/03/2022 às 21h06 Atualizado 20/10/2022 às 15h54
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O setor de serviços registrou criação de 29.607 vagas formais de trabalho em janeiro no Estado de São Paulo, uma alta de 62% em relação a janeiro de 2021 (18.264). O resultado se deu a partir de 309.148 admissões e 279.541 desligamentos. Os dados são da Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (Pesp), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a partir de informações do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O avanço em janeiro representou um crescimento de 0,45% na empregabilidade do setor de serviços, acrescenta a instituição, em nota. O número total de empregos chegou a 6,571 milhões no mês.

Segundo a FecomercioSP, os principais destaques do setor foram os serviços educacionais e de saúde. Os segmentos de educação infantil e ensino fundamental foram responsáveis por 6.353 vagas, ao passo que o atendimento hospitalar teve saldo líquido positivo de 2.347 vagas celetistas.

“A tendência para os próximos meses, porém, é de arrefecimento do mercado de trabalho. Ainda que exceções setoriais possam ocorrer às atividades que ainda se reequilibram após a reabertura, a queda na economia frente à inflação elevada, que obriga o aumento dos juros – somada às incertezas geradas pelo período eleitoral e a acontecimentos internacionais -, cria um cenário ruim para o consumo”, afirma a FecomercioSP.

Queda no comércio

Apesar da geração de vagas em serviços, o comércio foi na direção contrária, com perda de 20.668 vagas em São Paulo em janeiro, puxado pelo saldo negativo de 22.746 empregos em varejo. O resultado significou uma redução de 0,76% na empregabilidade do setor.

“É comum, no entanto, que os primeiros meses do ano sejam marcados pela dispensa de muitos trabalhadores contratados formalmente para o período de aumento da demanda no fim do ano. Isso ocorre em especial nos segmentos de gêneros alimentícios, vestuário e calçados e acessórios. Portanto, a perda de vagas no mês é um movimento natural”, pondera a FecomercioSP.

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