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04 de abril de 2026

Julgamento do caso Sevilha é retomado na Justiça do Trabalho em Maringá


Por Geovan Petry/CBN Maringá Publicado 05/10/2022 às 18h45 Atualizado 20/10/2022 às 20h29
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O julgamento está sendo acompanhado remotamente do prédio da Justiça Federal – Foto: Geovan Petry/CBN Maringá

O julgamento do caso do Auditor-Fiscal, José Antônio Sevilha, morto a tiros em 2005, será retomado na tarde dessa quarta-feira, 05, no auditório da Justiça do Trabalho em Maringá com a formação do Conselho de Sentença. Após duas dissoluções do júri, a expectativa é de a sessão de julgamento transcorra normalmente.

A sessão que retoma o julgamento do caso Sevilha, acontece daqui a pouco, às 15h no auditório da Justiça do Trabalho em Maringá. O inicio dos trabalhos será para a formação do Conselho de Sentença, responsável pela condenação ou absolvição dos réus que serão levados a júri.

O julgamento será presidido pelo juiz da 3ª Vara Federal de Maringá, Cristiano Manfrim. As atividades serão retomadas após duas dissoluções do Conselho de Sentença. Uma aconteceu em agosto de 2019, após a defesa de dois dos três réus abandonarem o tribunal. A sessão de julgamento foi marcada para março de 2020, mas novamente foi dissolvida porque um dos jurados apresentou problemas de saúde.

O público, familiares, autoridades e imprensa, nessa quarta-feira, assistirão ao julgamento pela internet aqui no edificio-sede da Justiça Federal, ao lado da prefeitura.

A partir de amanhã, segundo dia de julgamento, com o Conselho de Sentença já formado, aí sim será possível acessar o prédio da Justiça do Trabalho.

Há 17 anos, o auditor-fiscal da Receita Federal José Antônio Sevilha foi assassinado com quatro tiros à queima-roupa, em Maringá, em uma emboscada, no dia 29 de setembro de 2005. O motivo seria o trabalho investigativo do auditor-fiscal que gerou autuações de cerca de R$ 100 milhões à uma importadora de brinquedos.

Poucos meses após a morte de Sevilha, a Polícia Federal chegou ao nome do empresário possível mandante do crime.
Apesar do inquérito concluído, que apontou outras quatro pessoas possivelmente envolvidas no crime, a primeira data para julgamento foi marcada somente 14 anos após o homicídio.

O julgamento estava marcado para agosto, mas foi adiado a pedido da defesa dos acusados.

Sevilha era chefe da seção de controle aduaneiro e havia descoberto um esquema de subfaturamento e fraude na empresa de Marcos Gottlieb, apontado pelo inquérito policial como mandante do crime.

Ouça na CBN Maringá.

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