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02 de abril de 2026

Covid: 80% de profissionais da saúde mortos no país eram mulheres


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online. Publicado 13/10/2022 às 11h44 Atualizado 20/10/2022 às 21h06
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Foto: Aline Massuca/Metrópoles

A batalha do Brasil contra o coronavírus foi especialmente dura para aqueles que atuam na linha de frente se esforçando para salvar vidas: técnicos e auxiliares de enfermagem, enfermeiros e médicos. Esses profissionais, que nos piores momentos da pandemia tiveram de lidar até com a falta de equipamentos de proteção, enfrentaram taxas de mortes que chegaram ao dobro da média dos anos anteriores à Covid-19. Eles só deixaram de morrer mais do que a população em geral quando começaram a ser vacinados com prioridade, no início de 2021.

Ao menos 4.500 profissionais de saúde de hospitais e clínicas públicos e particulares morreram de Covid-19 entre março de 2020, quando a pandemia chegou ao Brasil, e dezembro de 2021.

Houve mais mortes entre os que trabalhavam junto dos pacientes: técnicos e auxiliares de enfermagem, que representam 70% das vítimas entre os profissionais de saúde; seguidos dos enfermeiros (25%) e médicos (5%).

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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