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02 de abril de 2026

IPC-S sobe 1,18% na 1ª quadrissemana de dezembro, afirma FGV


Por Agência Estado Publicado 08/12/2021 às 11h40 Atualizado 21/10/2022 às 00h58
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O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) avançou a 1,18% na primeira quadrissemana de dezembro, após 1,08% no fechamento de novembro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador acumula alta de 10,01% em 12 meses, maior do que o avanço de 9,89% no período até novembro.

Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, duas aceleraram da última quadrissemana do mês passado para a primeira de dezembro, com destaque para Educação, Leitura e Recreação, que subiu de 1,51% para 2,76%. O item com maior influência no grupo foi passagem aérea, a 15,67%, ante 8,87% em novembro. Habitação (0,56% para 0,70%) também apresentou acréscimo na taxa de variação, com foco em tarifa de eletricidade residencial (0,63% para 1,48%).

Por outro lado, Transportes (3,07% para 2,92%), Vestuário (0,59% para 0,24%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,16% para 0,10%), Comunicação (0,09% para 0,06%), Despesas Diversas (0,20% para 0,18%) e Alimentação (0,66% para 0,65%) arrefeceram em relação a novembro.

Nessas classes de despesa, os itens com a maior contribuição foram gasolina (7,44% para 6,57%), roupas femininas (0,60% para 0,21%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,17% para -0,10%), tarifa de telefone residencial (0,25% para 0,08%), cigarros (0,76% para 0,51%) e hortaliças e legumes (6,68% para 3,86%), respectivamente.

Influências individuais

Gasolina (7,44% para 6,57%), passagem aérea (8,87% para 15,67%) e etanol (10,61% para 9,74%) foram os itens que mais exerceram pressão de alta no IPC-S da primeira quadrissemana de dezembro. Tarifa de eletricidade residencial (0,63% para 1,48%) e cebola (21,50% para 24,83%) completam a lista.

Na outra direção, perfume (-0,98% para -1,88%), leite tipo longa vida (-2,88% para -2,19%), arroz (-1,38% para -1,90%) puxaram o indicador para baixo, seguidos por carne moída (-1,38% para -1,57%) e costela bovina (-1,87% para -1,53%).

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