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05 de abril de 2026

Escolas cívico-militares não terão processo de seleção, diz Renato Feder


Por Luciana Peña/CBN Maringá Publicado 28/10/2020 às 20h57 Atualizado 26/02/2023 às 02h18
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Foto: Reprodução/CBN Maringá

As novas escolas cívico-militares do Paraná não contarão com processo de seleção. A afirmação é do Secretário da pasta, Renato Feder. Em entrevista à CBN Maringá na tarde desta quarta-feira, 28, Feder afirmou que os colégios ‘serão para todos’ e, em caso de falta de vagas, outros critérios de escolha dos alunos deverão ser adotados.

“Não haverá (um processo de seleção), é muito importante que a população toda saiba disso, pois na Educação Pública, quando fazemos seleção, é uma espécie de ‘favorecimento’ para estudantes com mais condições, uma infraestrutura melhor para estudar, então não teremos seleção. Em casos específicos, adotaremos outros critérios de seleção, como irmãos na escola e, em último caso, sorteio”, explicou.

O secretário também falou sobre os colégios cívico-militares que serão implantados em 118 cidades do estado. Serão mais de 200 unidades.

Em entrevista à CBN Curitiba mais cedo, o secretário Renato Feder disse que o levantamento do primeiro dia de votação da consulta pública dos colégios cívico-militares apontou que 75% dos votos registrados são favoráveis à migração para a gestão cívico-militar. Somente nessa terça-feira, 27, foram mais de 25 mil votos.

A Secretaria de Educação do Paraná também alerta sobre um link falso que está circulando nas redes sociais que daria acesso à consulta pública. A Seed vai registrar um boletim de ocorrências na delegacia especializada em crimes cibernéticos.

Retorno das aulas presenciais pode acontecer em novembro

A Secretaria de Educação e Esporte do Paraná trabalha para um retorno das aulas presenciais no Estado em novembro. Feder afirmou que, a partir da semana que vem, os estudantes vão começar a desenvolver atividades complementares, que valem nota.

Ele lembra que, desde o início da pandemia, o Aula Paraná, programa de ensino remoto para os estudantes da rede estadual, aplicou 5 milhões de lições de casa e apresentou 30 mil videoaulas.

“Acredito (que possam ser retomadas em novembro). Ainda não podemos fazer nenhuma afirmação, pois tudo depende da contínua melhora dos casos de covid, mas nós começamos com as atividades extracurriculares em 50 escolas, um número pequeno, mas está aumentando, na semana que vem deve aumentar para 100, 150 escolas. Em novembro, se os números continuarem evoluindo, devemos migrar de atividades ‘extracurriculares’ para ‘curriculares’, sempre respeitando o distanciamento e, com no máximo, 50% dos alunos na escola”, afirmou.

Feder também comentou sobre como funcionará a avaliação dos alunos neste ano letivo. O Secretária afirma que tudo está a cargo dos professores e que, no Estado, não existe uma política de ‘passar a mão’ na cabeça dos alunos. Ele explica que os alunos que não estão fazendo as atividades, mesmo com condições, podem ser reprovados.

Assista a entrevista:

Ouça a entrevista completa na CBN Maringá.

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