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01 de abril de 2026

Inquérito que apura crimes sexuais cometidos por médico de Maringá deve ser concluído nesta sexta, 28


Por Luciana Peña/CBN Maringá Publicado 28/07/2023 às 09h44
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Inquérito que apura crimes sexuais cometidos por médico de Maringá deve ser concluído nesta sexta, 28. Foto: Redes sociais

O inquérito policial que apura crimes sexuais contra pacientes de médico ginecologista Felipe Sá, de Maringá, deve ser concluído nesta sexta-feira, 28.

O documento traz a denúncia de 36 supostas vítimas. O médico está preso há mais de 40 dias.

O delegado da Mulher, Dimitri Tostes, interrogou o ginecologista acusado de abusar de pacientes nessa quinta-feira, 27, mas o médico ficou em silêncio.

“A gente promoveu ontem o interrogatório dele, e ele na presença do advogado, preferiu exercer seu direito constitucional ao silêncio. […] Nós faríamos indagações em relações aos fatos apresentados por cada uma das 36 vítimas que foram ouvidas durante esses mais de quatro meses de investigação.”

Em relação à finalização do inquérito, o delegado afirma que pretende concluir as investigações ainda nesta sexta e entregar o documento ao Ministério Público (MP).

“A gente pretende concluir até o final da tarde de hoje. Basicamente […] a gente só estava esperando retornar o laudo pericial referente às apreensões que aconteceram durante as buscas e apreensões que aconteceram no consultório do médico.”

Tostes afirma que o médico deverá ser indiciado por três crimes.

“Pelo o que a gente obteve e arrecadou durante esse período de investigação, há elementos indicando a possível prática dos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual e violação sexual mediante fraude.”

A CBN Maringá entrou em contato com a defesa do médico e aguardamos um retorno.

O CASO

Investigações da Polícia Civil, por meio da Delegacia da Mulher de Maringá, apontam que mais de 30 mulheres podam ter sido abusadas sexualmente pelo médico ginecologista Felipe Sá, preso em junho, suspeito de cometer abusos contra pacientes durante consultas, segundo o que informa o delegado Dimitri Tostes.

O delegado ainda afirma que há relatos de ex-alunas do médico, que também atuava como professor em faculdades de medicina de Maringá, que foram vítimas de abuso.

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