Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

21 de março de 2026

Professora implorou para não ser morta antes de ser carbonizada


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 17/08/2023 às 09h12
Ouvir: 00:00

Vítima de um crime brutal, a professora Vitória Romana Graça, de 26 anos, teria chorado e reforçado “a todo tempo” que obedeceria os agressores, além de ter implorado para que não fosse morta. A revelação foi feita pelo terceiro suspeito de participação do crime, Edson Alves Viana Júnior, em depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Foto: Redes sociais/Reprodução

O homem auxiliou no sequestro e na morte de Vitória ao lado da irmã Paula Custódio Vasconcelos e da sobrinha, de 14 anos, ex-namorada da professora. Vitória foi encontrada morta e carbonizada na última sexta-feira, 11, na comunidade Cavalo de Aço, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Um dia antes do crime, a mãe da ex-namorada de Vitória foi até a escola onde ela trabalhava para questionar bloqueios em perfis de redes sociais. Na ocasião, a mulher também pediu esclarecimentos sobre o término do relacionamento da professora com a filha. As duas conversaram cerca de 15 minutos e, depois da insistência de Paula, a vítima resolveu ir até a casa da mulher, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio.

À polícia, Edson relatou que acompanhou a irmã e foi para a casa dela, onde esperaram a vítima que chegou por volta das 21h daquele dia. Segundo ele, Paula estava decidida a matar Vitória e o crime foi premeditado antes da chegada dela. Vitória foi imobilizada assim que entrou na casa, com a ajuda de Edson e da ex-namorada. Ela foi amarrada em uma cadeira com fitas adesivas. Nesse momento, a vítima foi extorquida e, segundo o suspeito, “Vitória, chorando a todo tempo, dizia que iria dar o que eles quisessem, que não era para fazer nada de mal a ela”, disse ele à corporação.

Apesar da contribuição da professora durante o sequestro e nas extorsões, os suspeitos teriam decidido enforcá-la com uma corda, colocando-a numa mala e ateando fogo em seguida. De acordo com o laudo cadavérico, Vitória morreu por inalação de fumaça e seu corpo foi carbonizado.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação
Geral

Filipina diz ter sido escravizada na casa de SP da consulesa honorária do Brasil no Líbano


Uma trabalhadora doméstica filipina de 50 anos denunciou à Polícia Federal ter sido escravizada pela consulesa honorária do Brasil no…


Uma trabalhadora doméstica filipina de 50 anos denunciou à Polícia Federal ter sido escravizada pela consulesa honorária do Brasil no…

Geral

Nunes critica suspensão de alvarás em SP: ‘Justiça interferindo, paralisando tudo’


O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou nesta sexta-feira, 20, a decisão do Tribunal de Justiça de São…


O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou nesta sexta-feira, 20, a decisão do Tribunal de Justiça de São…