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08 de abril de 2026

Bellingham defende Vini Jr. em casos de racismo: ‘As pessoas no poder precisam fazer mais’


Por Agência Estado Publicado 16/04/2024 às 15h33
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O meia Jude Bellingham, do Real Madrid, afirmou nesta terça-feira que o futebol sentiria falta de Vinícius Júnior se o atacante deixasse o esporte por causa do racismo. O brasileiro tem sido alvo de insultos racistas por parte dos torcedores adversários. O atacante chegou a dizer, em março, que estava perdendo o desejo de continuar jogando.

“O futebol sentiria falta de jogadores como o Vini se ele decidisse por uma pausa por causa disso. Precisa ser feito mais para apoiar esses jogadores”, afirmou Bellingham, que disse duvidar que as autoridades sejam capazes de erradicar o racismo no esporte. No sábado, um torcedor do Mallorca foi flagrado pela câmera fazendo gestos imitando um macaco após o gol do meia francês Tchouaméni, do Real Madrid.

“As pessoas no poder precisam fazer mais, especialmente com Vini”, afirmou Bellingham antes da partida de volta das quartas de final da Liga dos Campeões contra o Manchester City, que acontece nesta quarta-feira. “A culpa recai sobre ele (Vinícius Júnior), talvez por causa de seu estilo de jogo e da maneira como ele gosta de se expressar.”

Antes do amistoso entre Brasil e Espanha, que tinha como mote o combate ao racismo, Vinícius Júnior chorou ao falar sobre os episódios que enfrentou. Em janeiro de 2023, um boneco do atacante foi pendurada em um viaduto próximo ao campo de treinamento do Real Madrid. Mais tarde naquela temporada, ele chorou durante uma partida após confrontar um torcedor que fez gestos imitando um macaco em sua direção.

Para Bellingham, esses episódios são tão comuns na Espanha que nem sabia do último incidente após o gol de Tchouaméni. “Nos jogos em que atuamos fora de casa, especialmente no Campeonato Espanhol, você quase se acostuma”, disse o jogador da seleção inglesa. “Algo mais duro precisa ser feito, seja a punição e como você reage a ela ou como você age proativamente nesse tipo de coisa. É horrível um jogador ter que preparar para um jogo sabendo que provavelmente sofrerá esse tipo de coisa. É nojento.”

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