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06 de abril de 2026

Brasil brilha pelo alto, supera Equador e avança ao hexagonal do Sul-Americano sub-20


Por Agência Estado Publicado 30/01/2025 às 22h30
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Foto: CBF

Perfeita pelo alto, a seleção brasileira deixou a desconfiança da surra para a Argentina na estreia para trás (levou 6 a 0) e garantiu sua presença no hexagonal final do Campeonato Sul-Americano Sub-20 com antecedência. No Estádio Misael Delgado, em Valencia, na Venezuela, a equipe nacional superou o Equador por 3 a 2 e está classificada por ganhar o confronto direto com o rival que ameaçava sua vaga.

A vitória construída pelo alto – os três gols vieram em cruzamentos, com Deivid Washington anotando duas vezes de cabeça -, levou o Brasil aos seis pontos no Grupo B. Restando apenas uma rodada, a equipe até poderia ser alcançada pelo Equador, mas o confronto direto é o critério de desempate para igualdades na pontuação.

O Brasil fecha a primeira fase no sábado, cumprindo tabela contra a também garantida Colômbia, antes de iniciar a busca por uma das quatro vagas à Copa do Mundo da categoria, que será disputada no Chile em 2026. O hexagonal final terá, além de brasileiros e colombianos, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai, todos classificados com uma rodada de antecedência.

O Brasil entrou em campo sob pressão após a Colômbia superar e eliminar a Bolívia, com triunfo por 3 a 2, na primeiro jogo da rodada dupla, atingindo os mesmos sete pontos da líder Argentina no Grupo B. Por causa da surra na estreia diante dos hermanos, a seleção de Ramon Menezes deu o pontapé inicial na partida na quarta colocação, com três pontos assim como os equatorianos, em terceiro pelo saldo de gols.

Ganhar, portanto, era obrigação e primordial para garantir a vaga ao hexagonal final com argentinos e colombianos na chave. Mas a adversária tinha o mesmo pensamento, o que prometia um jogo aberto e ofensivo. O Brasil teve sua primeira grande oportunidade logo aos três minutos. Pedrinho bateu colocado a falta e carimbou a trave. Na volta, após cruzamento de Igor Serrote, o time cobrou um pênalti por toque de mão, ignorado pelo árbitro.

Sem sofrer atrás, o Brasil voltou a assustar após a metade da etapa. Com Nathan batendo para o alto e com Deivid Washington parando no goleiro. Soberana no jogo, a seleção verde e amarela, atuando de azul e branco, chegou ao primeiro gol em jogada aérea. Pedrinho cobrou escanteio e Iago desviou, de ombro, para deixar a equipe nacional ainda mais tranquila em campo.

O segundo não demorou. Dois minutos após inaugurar o placar, Deivid Washington, bem perto de um retorno ao Santos, se antecipou à marcação e, de peixinho, ampliou. O Brasil apático das rodadas anteriores dava lugar a uma equipe mais atrevida e vibrante – Serrote soltou o grito em um desarme, por exemplo.

Com a defesa bem posicionada e atenta, o goleiro Robert não teve trabalho nos 45 minutos iniciais. O Equador pouco chegou no ataque, sempre investindo em lançamentos longos inócuos. Nos acréscimos, ainda deu tempo de Deivid Washington anotar seu segundo no jogo e o terceiro do Brasil, novamente pelo alto.

Precisando apagar a imagem de equipe desorganizada, a seleção voltou do vestiário sem deixar o ritmo cair e logo nos minutos iniciais já teve chances para transformar o placar tranquilo em goleada. Gabriel Moscardo e Gustavo acabaram travados na hora da finalização.

Robert salvou no primeiro lance dos equatorianos, mandando a cabeçada de Rodríguez para a trave. Do outro lado, Arthur também viu sua cabeçada ser defendida. A chance era gigante, assim como a arrancada de Pedrinho. O camisa 10 demorou a finalizar, cara a cara, e Caicedo salvou.

Já descansando seus novos titulares, Ramon deu chance para Wesley e Alisson, que perderam as vagas após a goleada diante da Argentina. E viu o ex-corintiano carimbar a trave. Com a seleção já administrando o resultado, o goleiro Robert deu bobeira em bola recuada e “entregou” o gol para Obando.

O jogo até então de uma equipe só ganhou tons de drama após um pênalti duvidoso anotado pelo árbitro. Paez cobrou com categoria e fez o Equador renascer na partida. Restando sete minutos, a classificação brasileira por antecedência ficou ameaçada após o time baixar a guarda. Ramon fechou a defesa com entrada de novo zagueiro no lugar de um meia e a seleção vibrou a conquista da vaga após Robert realizar uma grande defesa nos acréscimos.

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