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02 de abril de 2026

Veja a mansão onde mora homem que aplicava golpes com criptomoedas


Por Wilame Prado Publicado 03/11/2022 às 12h47
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Polícia Federal em cumprimento de mandado nesta quinta, 3

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira, 3, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão de uma suposta quadrilha que praticava golpes com criptomoedas em Curitiba, com possíveis vítimas em todo o País e também no exterior. Imagens da mansão onde o responsável pela organização criminosa reside, na capital paranaense, chama a atenção pelo luxo e ostentação (veja abaixo).

As prisões foram em decorrência de aprofundamentos da Operação Poyais, que apura a prática de crimes contra a economia popular e o sistema financeiro nacional, de estelionato, de lavagem de capitais e de organização criminosa, neste caso ligados ao universo das criptomoedas. As ordens foram expedidas pela 23ª Vara Federal de Curitiba/PR.

A investigação apurou que o responsável por organização criminosa suspeita da prática no Brasil e no exterior de fraudes com criptomoedas descumpriu medidas cautelares diversas da prisão impostas pela Justiça Federal. Dentre as restrições, o investigado não poderia continuar a administrar suas empresas e tampouco praticar atos de gestão no interesse de seu grupo econômico.

Funcionários da mansão
A partir de diligências policiais, foi possível identificar que o investigado, dias após a deflagração da operação policial, passou a realizar encontros frequentes, em sua residência nesta capital, com funcionários de suas empresas.

Uma das empregadas é a gerente financeira de seu grupo que atuava com criptomoedas, ao passo que outro empregado identificado é o responsável pelo designer gráfico das plataformas virtuais criadas pelo investigado para prática das fraudes.

Além do descumprimento das medidas cautelares, os quais eram suficientes para a expedição do decreto de prisão, a constatação dos encontros frequentes do investigado com empregado responsável pelo designer gráfico das plataformas virtuais demonstrou que a organização criminosa continuava ativa e promovendo atos criminosos. (Com informações da Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR)

Veja o vídeo da mansão do suposto golpista da criptomoeda:

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