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03 de abril de 2026

Abel vê Palmeiras perto do ideal após boa apresentação no clássico: ‘Mais consistente’


Por Agência Estado Publicado 24/01/2026 às 22h20
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Abel Ferreira estava aliviado e tranquilo no vestiário da Arena Crefisa, em Barueri, após os 3 a 1 diante do São Paulo. O treinador palmeirense sabia da necessidade de uma resposta rápida após revés doloroso diante do Novorizontino (4 a 0) e vou sua equipe dar mostras de como pode ser ao longo da temporada: consistente e competitiva.

Depois da goleada em Novo Horizonte, o português havia reclamado da falta de luta do time naquele dia. Desta vez, saiu de campo satisfeito com o apresentado diante de um rival forte – Vitor Roque ainda carimbou a trave nos 3 a 1 em Barueri.

“Hoje foi uma equipe mais aproximada do que pode ser a equipe do futuro. Equipe mais consistente”, frisou o treinador, após ser questionado se foi a melhor apresentação do ano. “Você (repórter) acha que esse foi o nosso melhor jogo (no ano), é uma opinião sua. Contra Santos e Mirassol já tinha achado a dinâmica boa”, acrescentou, lembrando das vitórias por 1 a 0 mesmo com time mexido e muitos jovens.

Diante do São Paulo, Abel Ferreira usou titulares – ainda aguarda reforços após a chegada de Marlon Freitas – e explicou o que quer quando pede um Palmeiras “competitivo”, como cobrou após o revés no jogo passado, no interior.

“Treinar bem e competir não é escolha, é obrigação. Ser competitivo é tudo, é passar, driblar, não fugir da responsabilidade… É chutar a bola para o mato que é jogo de campeonato, isso é competir.”

O treinador ainda aguarda peças para “fechar o grupo”, mas evita falar do assunto para não atrapalhar nas buscas e evitar pressionar a direção alviverde.

“Não é da minha competência, o clube tem uma gestão responsável”, explicou, evitando falar sobre a movimentação palmeirense no mercado. “Existem decisões em que eu participo e outras que não são da minha responsabilidade. Tenho uma função clara, ter uma equipe competitiva que lute por títulos. A gestão do clube é do (Anderson) Barros (diretor de futebol) e da Leila (Pereira, presidente).”

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