Com liderança feminina, Maringá fecha 2025 com saldo positivo de 2,7 mil empregos formais
Maringá encerrou 2025 com desempenho positivo no mercado de trabalho. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o município registrou um saldo de 2.763 novas vagas formais, resultando de 108.141 admissões e 105.378 desligamentos ao longo do ano.

- Entre no canal do GMC Online no Instagram
- Acompanhe o GMC Online no Instagram
- Clique aqui e receba as nossas notícias pelo WhatsApp.
O setor de serviços foi o principal motor de geração de empregos, repetindo o bom desempenho de 2024, com saldo de 1.612 vagas. O crescimento foi puxado principalmente pelas áreas de Educação (945), Saúde (538), Atividades Esportivas e de Recreação e Lazer (120) e Administração Pública (70), indicando fortalecimento de atividades ligadas ao capital humano e à prestação e serviço a população.
Na sequência aparecem a indústria, com saldo de 568 postos, o comércio, com 433, e a construção, com 237. A agropecuária foi o único setor com resultado negativo no período, fechando o ano com saldo de -87 vagas, refletindo possivelmente ajustes estruturais e maior mecanização.

No recorte por perfil dos trabalhadores, as mulheres lideraram a geração de empregos, com saldo de 2.113 vagas, enquanto os homens ficaram com 650. Em termos de idade, os destaques foram os jovens de 18 a 24 anos, com saldo de 2.756, seguidos pelos trabalhadores de até 17 anos, com 1.766 vagas. Em contrapartida, as demais faixas etárias apresentaram saldo negativo, com maior impacto entre pessoas de 30 a 39 anos (-764).
No contexto estadual, o Paraná criou 80.665 vagas formais em 2025. Entre os maiores municípios, Londrina liderou com 6.577 postos, seguida por Cascavel (3.253), Ponta Grossa (2.333) e Foz do Iguaçu (2.205). Maringá se mantém, entre os polos regionais de geração de emprego do estado.

Quanto ao perfil dos trabalhadores, as mulheres ficaram com saldo de 2.113 enquanto os homens ficaram com 650. Em relação a idade, jovens de 18 a 24 apresentaram o melhor saldo (2.756), seguido por jovens de até 17 anos de idade (1.766). Em contrapartida, as demais faixas etárias apresentaram saldo negativo, com destaque para as pessoas de 30 a 39 anos (-764).
O conjunto de dados mostra uma economia maringaense sustentada por serviços e pela inserção dos jovens no mercado formal, mas também aponta desafios importantes, especialmente na absorção de trabalhadores mais maduros e na recuperação da agropecuária.
