Após cobrança de vereador, Copel diz que falha técnica causou atraso no recolhimento de resíduos em Maringá

O vereador Luiz Neto protocolou um requerimento junto ao Poder Executivo Municipal e encaminhou um ofício oficial à Companhia Paranaense de Energia (Copel) cobrando providências imediatas diante da falta de recolhimento e da destinação adequada de galhos e resíduos provenientes de podas de árvores realizadas pela concessionária em Maringá.
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Segundo o parlamentar, após intervenções da Copel, tem sido recorrente a permanência de galhos e restos de poda sobre calçadas e vias públicas. A situação, de acordo com ele, prejudica a mobilidade urbana, compromete a segurança da população e afeta principalmente pedestres, idosos, pessoas com deficiência e usuários de carrinhos de bebê.
Luiz Neto afirma que o contrato firmado com o município estabelece que a responsabilidade pela coleta e pela destinação correta dos resíduos das podas é da própria concessionária. “O que estamos cobrando é o cumprimento do que já está previsto em contrato e o respeito à população de Maringá”, destacou o vereador.
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O parlamentar também aponta que o acúmulo de resíduos gera transtornos à rotina da cidade e impactos diretos no espaço público, especialmente em locais de grande circulação. Como exemplo, ele citou um caso registrado nas proximidades da HC – Hospital do Câncer de Maringá, onde galhos resultantes de poda realizada pela Copel permaneceram por mais de um mês sem recolhimento, mesmo após reclamações da comunidade.
No requerimento e no ofício encaminhados, Luiz Neto solicita que a Copel apresente esclarecimentos formais sobre os motivos do descumprimento contratual, adote medidas imediatas para regularizar o recolhimento e a destinação ambientalmente correta dos resíduos, apresente um cronograma para normalização do serviço e informe quais ações serão adotadas para evitar a reincidência do problema.
Procurada pelo portal GMC Online, a Copel informou, por meio de nota, que enfrentou um problema técnico em um dos equipamentos utilizados para a trituração de resíduos vegetais provenientes das podas de árvores em Maringá. A empresa explicou que, mesmo com os demais equipamentos operando sete dias por semana, houve atraso no recolhimento em algumas regiões da cidade.
Ainda segundo a concessionária, o equipamento afetado já voltou a funcionar nesta semana e as equipes seguem trabalhando de forma ininterrupta até a completa normalização do serviço.
