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13 de fevereiro de 2026

Como é a reforma trabalhista de Milei aprovada no Senado da Argentina


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 13/02/2026 às 13h20
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A reforma trabalhista na Argentina, impulsionada pelo presidente Javier Milei, foi aprovada na última quinta-feira, 12, pelo Senado, por 42 votos a 30, após sessão marcada por embates políticos e protestos nas ruas de Buenos Aires. O projeto agora segue para a Câmara dos Deputados, onde poderá sofrer alterações antes de eventual sanção. Tal proposta integra o pacote de reformas estruturais do governo liberal e promove mudanças profundas nas regras de contratação, demissão, jornada de trabalho e organização sindical.

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Foto: Casa Rosada / Reprodução

Enquanto o Executivo defende que o texto moderniza o mercado e estimula a formalização — em um país em que cerca de 40% dos trabalhadores atuam na informalidade —, sindicatos e parte da oposição acusam o governo de retirar direitos e enfraquecer a proteção trabalhista em meio à recessão.

O que muda na prática

Entre os principais pontos aprovados, está a alteração no cálculo das indenizações por demissão sem justa causa. A nova regra exclui itens como 13º salário, férias e bônus da base de cálculo, o que pode reduzir o valor final pago ao trabalhador.

Entenda a reforma ponto a ponto

  • Exclusão de 13º salário, férias e bônus da base de cálculo das das indenizações por demissão sem justa causa.
  • Possibilidade de jornada diária de até 12 horas (mantendo o descanso mínimo de 12 horas entre turnos).
  • Substituição do pagamento obrigatório de horas extras por compensação em folgas.
  • Autorização para pagamento de salários em pesos ou moeda estrangeira.
  • Salários Dinâmicos: criação de remuneração variável baseada em produtividade ou mérito
  • Férias poderão ser divididas em períodos mínimos de sete dias.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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