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25 de março de 2026

Michelle comemora domiciliar de Bolsonaro após se encontrar com Moraes


Por Agência Estado Publicado 25/03/2026 às 13h43
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) comemorou nesta terça-feira, 24, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de conceder prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão ocorreu um dia após a reunião do magistrado com Michelle, em Brasília.

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Foto: Beto Barata/PL

“Obrigada meu Deus”, disse a ex-primeira-dama em publicação em seu perfil no Instagram. Em outra postagem, Michelle compartilhou uma foto massageando os pés de Bolsonaro e escreveu: “Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo”.

“Seguirei cuidando do meu marido, como sempre fiz, com amor, resiliência, dedicação e fé”, diz Michelle na publicação.

Com Jair Bolsonaro internado desde o dia 13 de março, familiares e aliados intensificaram os esforços para pressionar o STF por uma prisão domiciliar para o ex-presidente. Bolsonaro foi condenado no ano passado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder após as eleições de 2022. Ele cumpre pena na Papudinha, em Brasília.

Inicialmente, o ex-presidente ficou detido em casa, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, mas foi preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília após tentar romper o equipamento.

Na segunda-feira, 23, a Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à concessão de domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No mesmo dia, Michelle solicitou uma reunião com Moraes para tratar da prisão domiciliar.

Moraes aceitou nesta terça-feira o parecer favorável da PGR, e concedeu a prisão domiciliar para o ex-presidente por 90 dias. O magistrado também impôs uma série de restrições para manter Bolsonaro sob controle rigoroso. A decisão prevê uso de tornozeleira eletrônica, proibição de celular e redes sociais, limitação de visitas e envio diário de relatórios de monitoramento à Corte.

O ministro do STF destacou que a concessão é excepcional e temporária, condicionada à recuperação do ex-presidente, com reavaliação ao fim do período.

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