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30 de março de 2026

Autoridades católicas são barradas na Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém


Por Isabela Faker Publicado 30/03/2026 às 08h54
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Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, e o Custódio da Terra Santa, Francesco Ielpo, foram impedidos pela polícia de Jerusalém de entrar na Igreja do Santo Sepulcro, na capital israelense, para a missa do Domingo de Ramos.

Segundo comunicado oficial, é a “primeira vez em séculos” que líderes da Igreja foram impedidos de celebrar o Domingo de Ramos no local onde os cristãos acreditam que Jesus foi crucificado.

Ainda conforme o texto, ambos foram barrados enquanto seguiam à Igreja do Santo Sepulcro de forma privada, sem qualquer caráter processional ou cerimônia pública.

As instituições religiosas afirmam que a decisão representa uma medida “manifestamente desproporcional” e um afastamento dos princípios de liberdade religiosa.

O episódio ocorre em meio às restrições impostas desde o início da guerra na região, que já haviam levado ao cancelamento de celebrações públicas e à limitação de fiéis, com transmissões sendo feitas para milhões de pessoas ao redor do mundo.

No comunicado, as autoridades católicas ressaltam que vinham cumprindo integralmente as restrições determinadas pelas autoridades, e classificam o bloqueio como resultado de uma decisão “apressada e falha”. As entidades também expressaram “profunda tristeza” aos cristãos na Terra Santa e no mundo, destacando que a celebração de uma das datas mais importantes do calendário cristão foi inviabilizada em Jerusalém, cidade central para a fé. A polícia de Jerusalém não se pronunciou.

Macron condena Israel por barrar entrada de autoridades católicas na Igreja do Santo Sepulcro

O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou a decisão das autoridades de Israel de impedir a entrada do Patriarcado Latino na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, para a celebração da missa de Domingo de Ramos. Ele manifestou apoio às lideranças cristãs afetadas pelo episódio.

Em publicação nas redes sociais, Macron classificou a medida como parte de uma “série preocupante” de violações em locais religiosos na cidade.

O presidente francês também escreveu que a liberdade de culto em Jerusalém deve ser assegurada a todas as religiões, em meio ao aumento das tensões na região.

As autoridades católicas foram barradas em meio às restrições impostas desde o início da guerra no Oriente Médio, que já haviam levado ao cancelamento de celebrações públicas e à limitação de fiéis. As autoridades católicas ressaltam que vinham cumprindo integralmente as restrições determinadas pelas autoridades.

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