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14 de abril de 2026

Coveiro relata encontro com duas almas em cemitério na região de Maringá: ‘Vi como se fosse uma fumaça e sumiu’


Por Thiago Danezi, com apoio do Canal HP Publicado 14/04/2026 às 15h23
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Foto: Canal HP | Colaboração GMC Online

Um episódio cercado de mistério, fé e curiosidade chamou a atenção no Cemitério Municipal de São Pedro do Ivaí, na região, a cerca de 85 km de Maringá. O relato impressionante é de um coveiro que afirma ter vivido uma experiência inexplicável ao se deparar com duas “almas” no local.

Aparição no fim do expediente

Dorvalino de Oliveira, que trabalha há nove anos no cemitério, conta que o caso aconteceu há cerca de sete anos, no fim de um dia comum de trabalho. Por volta das 18h, enquanto se preparava para fechar o portão, ele percebeu uma cena incomum próximo ao cruzeiro.

Segundo o relato, duas mulheres, vestidas de branco com saias azul-claro e cabelos compridos, estavam lado a lado, aparentemente conversando. Sem desconfiar de nada, Dorvalino decidiu se aproximar. “Fui avisar que ia fechar o portão. Elas não olharam pra mim, ficaram de costas. Só uma fez um sinal com a cabeça, como se fosse sair pelos fundos”, contou.

Desaparecimento repentino

O que aconteceu em seguida deixou o coveiro assustado. Ao retornar ao portão, ele afirma que viu as duas figuras se separarem. Pouco depois, ao olhar novamente, não havia mais ninguém no local. “Só vi como se fosse um vento branco, uma fumaça, perto de uma árvore. Sumiu ali”, disse.

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Foto: Canal HP | Colaboração GMC Online

O susto foi imediato. “Meu cabelo arrepiou. Pensei: ‘isso não é pra mim’. Fechei o portão correndo e fui embora”, relembrou. No dia seguinte, já mais tranquilo, Dorvalino compartilhou a experiência com a esposa, que o orientou a acender velas pelas almas. Ele seguiu o conselho e acredita que o episódio teve um significado espiritual. “Depois disso, fui até os túmulos e reconheci as fotos das mulheres. Parecia que elas estavam pedindo oração mesmo”, afirmou.

Rotina sem medo

Apesar da experiência marcante, o coveiro garante que não sente medo de trabalhar no local. Segundo ele, situações estranhas ainda acontecem, mas são encaradas com naturalidade. “Às vezes caem pedrinhas nas costas, do nada. Eu penso que é só pra avisar, pra gente ficar atento”, disse.

Mudança de vida

Dorvalino também afirma que o episódio trouxe mudanças importantes em sua vida pessoal. Segundo o coveiro, após a experiência, ele se aproximou mais de Deus, parou de beber e passou a seguir mais firme na religião. “Hoje estou em paz”, destacou. Reportagem produzida com o apoio do Canal HP.

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