O que já se sabe sobre o caso da mulher que caiu do 7º andar de prédio na região de Maringá

Uma mulher de 41 anos ficou gravemente ferida após cair do sétimo andar de um edifício comercial localizado na Rua Osório Ribas de Paula, na área central de Apucarana, na tarde desta segunda-feira (27). O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro e precisou montar uma operação de resgate por dentro do prédio para retirar a vítima do local da queda.
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De acordo com o subtenente Márcio Felipe do Carmo, do Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para atender a ocorrência no Edifício Milenium, que fica ao lado do Hotel Doral. A vítima caiu sobre o telhado de uma estrutura inferior, quebrando a cobertura e parando sobre uma laje.
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“Ela teve várias fraturas e estava inconsciente no local, com um sangramento considerável também em crânio”, relatou o subtenente sobre o estado de saúde da mulher no momento da chegada das equipes.
A complexidade do local da queda exigiu uma manobra específica para a remoção segura. “Nós tentamos acessar pela marquise, mas depois achamos prudente e mais seguro deslocar a vítima por dentro do edifício”, disse.
A análise preliminar das câmeras de segurança e o relato de testemunhas ajudaram a reconstruir os últimos momentos antes da queda. A mulher, que já possuía cadastro biométrico para acesso ao prédio comercial, entrou no elevador e seguiu até o sexto andar junto com uma psicóloga que trabalha no local. Neste ponto, a mulher desceu, enquanto a profissional continuou até o sétimo pavimento, onde fica sua clínica.
Algum tempo depois, a mulher retornou ao elevador, subiu até o sétimo andar e entrou no consultório da psicóloga. Foi da janela da sala da profissional que a vítima acabou caindo. A psicóloga entrou em contato com a redação para esclarecer que as duas não se conheciam, não estavam acompanhadas e que ela nunca atendeu a mulher como paciente, ressaltando que apenas coincidiram de utilizar o mesmo elevador.
Após sair do elevador, a vítima tomou um rumo diferente do esperado. “Ela não era paciente do pessoal da clínica. Ela simplesmente entrou, esperou um tempinho no hall de entrada, abriu a janela, e infelizmente, se atirou ali”, detalhou o subtenente.
A mulher foi encaminhada ao hospital sem identificação, pois não portava documentos no momento do resgate. O Corpo de Bombeiros trabalha em conjunto com a administração e o síndico do edifício para cruzar os dados do cadastro facial de entrada e identificar a vítima oficialmente.
Com informações do TNOnline.
