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29 de abril de 2026

Caged: Maringá cria 2,8 mil postos de trabalho no 1º trimestre; veja detalhes


Por Redação GMC Online Publicado 29/04/2026 às 17h08
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centro de maringá
Maringá, 27 de julho de 2023 – Área central de Maringá, cidade da região Norte Central do Paraná.

O mercado de trabalho formal em Maringá apresentou saldo positivo em março, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira, 29, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ao todo, foram registradas 10.489 admissões contra 9.539 desligamentos, resultando na criação de 950 novas vagas com carteira assinada.

O setor de serviços foi o principal motor da geração de empregos, respondendo por 626 postos formais criados. Com 5.029 contratações e 4.403 demissões, a área segue como a mais dinâmica da economia local, sustentando o maior estoque de empregos, que já soma 84.529 vínculos ativos.

Na sequência, o comércio também teve desempenho relevante, com saldo de 191 vagas. O setor registrou 2.872 admissões e 2.681 desligamentos, mantendo ritmo consistente de contratações e um estoque de 44.426 empregos formais. A indústria aparece com saldo positivo de 124 postos, resultado de 1.677 admissões frente a 1.553 demissões, enquanto a construção civil contribuiu de forma mais moderada, com a abertura de 17 vagas, após 885 admissões e 868 desligamentos. Já a agropecuária foi o único setor com saldo negativo no mês, registrando perda de 8 postos de trabalho, com mais desligamentos (34) do que admissões (26).

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Mais de 2,8 mil vagas abertas no ano

Nos três primeiros meses do ano, Maringá abriu 2.810 vagas de emprego formal, após 30.600 admissões e 27.790 demissões. A variação relativa no período foi de 1,67%, indicando crescimento consistente do mercado de trabalho local.

O setor de serviços liderou a geração de empregos no trimestre, com saldo de 1.128 vagas. Foram 14.253 contratações contra 13.125 desligamentos, mantendo a área como principal responsável pela movimentação do emprego na cidade. A construção civil também teve destaque, com a criação de 645 postos de trabalho, seguida pela indústria, que abriu 558 vagas.

O comércio contribuiu com saldo positivo de 479 empregos, mantendo desempenho estável ao longo dos primeiros meses do ano. Já a agropecuária apresentou equilíbrio, com o mesmo número de admissões e desligamentos (79), encerrando o período sem variação no saldo.

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Paraná cria 15,8 mil vagas

O Paraná manteve o ritmo de geração de empregos formais em 2026 e fechou o mês de março com saldo positivo de 15.823 novas vagas com carteira assinada segundo os mais recentes dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado, divulgado nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, é fruto de 197.765 admissões e 181.942 desligamentos no Estado neste período, consolidando o bom desempenho do mercado de trabalho paranaense no início do ano.

Com o desempenho mais recente, o Paraná acumula 56.414 novos postos de trabalho no 1º trimestre de 2026. Entre janeiro e março, foram registradas 575.834 contratações e 519.420 desligamentos. No recorte dos últimos 12 meses, o saldo também é positivo, com a criação de 74.583 empregos formais, o que indica a manutenção de um ciclo contínuo de geração de oportunidades no território paranaense.

O desempenho paranaense coloca o Estado entre os principais geradores de emprego do País. No acumulado de 2026 até o momento, o Paraná tem o quarto melhor resultado nacional, atrás apenas de São Paulo (183.054 vagas), Minas Gerais (70.625) e Santa Catarina (59.396).

Todos os setores registraram saldo positivo de empregos nos três primeiros meses do ano. O segmento de serviços lidera a geração de vagas, com 33.111 novos postos de trabalho no período, refletindo o aquecimento da atividade econômica. Na sequência aparecem a indústria, com 11.587 vagas, e a construção civil (8.482), indicando também o fortalecimento da produção e dos investimentos no Estado. Completam o resultado o comércio (2.144) e a agropecuária (1.090).

Ao todo, 207 municípios paranaenses registram saldo positivo de empregos formais em 2026, o equivalente a 52% das cidades. Curitiba lidera a geração de vagas, com saldo de 17.686 postos de trabalho, seguida por Maringá (2.810), Londrina (2.670), São José dos Pinhais (2.093) e Cascavel (1.873), demonstrando a capilaridade do crescimento econômico no Paraná.

Brasil

De janeiro a março de 2026, foram gerados 613.373 novos postos de trabalho no País, número 9,1% menor que o resultado do mesmo período de 2025, quando o saldo acumulado foi de 675.119. É o menor saldo de empregos formais para o primeiro trimestre de um ano desde 2023, quando o saldo foi de 537.605.

No acumulado do ano, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O único setor que registrou saldo negativo foi o comércio, que fechou 19 525 postos formais de trabalho.

O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços, com saldo de 382.229 postos formais de trabalho. A construção gerou 120.547 postos formais de trabalho, a indústria apresentou saldo de 115.310 postos e a agropecuária teve saldo positivo de 14.752 postos.

No acumulado dos últimos 12 meses (de abril de 2025 a março de 2026), o saldo é de 1.211.455 vagas, menor que o do período de abril de 2024 a março de 2025, quando o saldo era de 1.627.326.

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