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13 de maio de 2026

Aluno de 13 anos é suspeito de matar duas funcionárias a tiros dentro de colégio


Por Redação GMC Online Publicado 05/05/2026 às 20h37
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Raquel, de 37 anos, e Alzenira, de 53 anos, morreram no ataque – Foto: Reprodução

Um aluno de 13 anos é suspeito de abrir fogo dentro do Instituto São José, escola conveniada à rede estadual em Rio Branco (AC), deixando duas servidoras mortas e duas pessoas feridas na tarde desta terça-feira (5). O adolescente, que entrou armado na instituição, foi apreendido logo após os disparos. A arma utilizada no crime pertence ao padrasto do atirador, que também foi levado pela Polícia Militar e segue detido.

As vítimas fatais foram identificadas como as inspetoras Alzenira Pereira da Silva, de 53 anos, e Raquel Sales Feitosa, de 37. Além delas, uma outra funcionária foi baleada no pé e um aluno acabou atingido na perna. Segundo o governo do Acre e o comando policial, os feridos foram encaminhados para o pronto-socorro local e não correm risco de morte. As servidoras mortas foram atingidas no corredor que dá acesso à sala da direção, onde cápsulas e carregadores foram recolhidos pela perícia.

O comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), coronel Felipe Russo, esclareceu que o atirador não chegou a entrar nas salas de aula. Mesmo assim, os alunos do turno da tarde que já estavam no colégio entraram em pânico ao ouvirem os disparos, jogando-se no chão e tentando improvisar barricadas com as cadeiras. O oficial confirmou ainda que a Polícia Militar já identificou outros estudantes que supostamente sabiam do plano e teriam colaborado de alguma forma para que o ataque ocorresse.

Após a tragédia, o governo estadual determinou a suspensão de todas as aulas nos colégios estaduais até a próxima sexta-feira (8). O atendimento à ocorrência mobilizou um grande contingente de forças de segurança e salvamento, com ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestando os primeiros socorros e equipes das polícias Militar e Civil, incluindo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), isolando a área para os trabalhos da Polícia Científica.

Com informações do TNOnline.

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