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13 de maio de 2026

Dólar sobe por impasse EUA-Irã; varejo vem acima do esperado


Por Agência Estado Publicado 13/05/2026 às 09h47
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O dólar abriu esta quarta-feira, 13, com viés de baixa, na mínima intradiária, a R$ 4,8941, mas passou a exibir viés de alta, a R$ 4,9036 (+0,37%) por volta das 9h30, mostrando volatilidade entre margem estreita diante da relativa estabilidade do petróleo em meio à indefinição sobre as negociações de paz entre EUA e Irã. No horário acima, o barril de petróleo WTI subia 0,10%, a US$ 102,28, enquanto o do Brent cedia 0,05%, a US$ 107,73.

O mercado de câmbio se ajusta à valorização global da moeda americana, enquanto os rendimentos dos Treasuries oscilam próximos da estabilidade. Os dados de varejo no Brasil acima da mediana das previsões do mercado colaboram para um viés de alta dos juros e perspectivas de manutenção da política monetária conservadora do BC, o que favorece o diferencial de juros e operações de carry trade com o real.

Na agenda do dia, as vendas do varejo subiram 0,5% em março ante fevereiro, acima da mediana das projeções do mercado (+0,1%), segundo o IBGE. Na comparação anual, o varejo avançou 4%, também acima do esperado (+2,8%). No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve alta de 0,3% no mês e de 6,5% em 12 meses, superando as estimativas do mercado.

Pesquisa Genial/Quaest mostra Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em empate técnico em eventual 2º turno presidencial, com Lula marcando 42% e Flávio, 41%. Em abril, Flávio tinha vantagem numérica de 42% a 40%. A sondagem também indica aumento da rejeição ao senador; mostra que 43% avaliam que Lula saiu fortalecido da reunião com Donald Trump; e 50% dos entrevistados considera o Desenrola 2.0 uma boa ideia por ajudar brasileiros endividados a saírem do vermelho.

A proposta do Senado para renegociação de dívidas rurais pode alcançar R$ 180 bilhões, acima da alternativa da Fazenda ao PL 5122/2023. O relator Renan Calheiros deve apresentar nesta quarta-feira um substitutivo ao projeto na CAE.

A Opep cortou em 200 mil bpd a projeção de crescimento da demanda global por petróleo em 2026, para 1,2 milhão de bpd, mas elevou em 200 mil bpd a estimativa para 2027, para 1,5 milhão de bpd. A entidade manteve a previsão de alta de 600 mil bpd na oferta fora da Opep+ em 2026, puxada por Brasil, EUA, Canadá e Argentina, e revisou para cima a produção brasileira para 4,7 milhões de bpd.

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