Veja o resultado da operação policial que cumpriu 559 mandados em Maringá e mais 37 cidades

As Polícias Civil e Militar e o Ministérios Público do Paraná cumpriram nesta segunda-feira, 15, mandados judiciais contra integrantes de uma organização criminosa com atuação nacional.
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Ao todo, a Operação foram cumpridos 559 mandados, sendo 304 de prisão e 255 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
No Paraná, onde se concentra a grande maioria das ordens judiciais, os mandados foram cumpridos em 34 municípios: Astorga, Arapoti, Candói, Cascavel, Cianorte, Cruzeiro do Oeste, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guaíra, Guarapuava, Irati, Jandaia do Sul, Laranjeiras do Sul, Loanda, Londrina, Manoel Ribas, Maringá, Nova Londrina, Paraíso do Norte, Paranavaí, Paranacity, Piraquara, Ponta Grossa, Porecatu, Prudentópolis, Roncador, Santo Antônio da Platina, São José dos Pinhais, Sarandi, Sengés, Telêmaco Borba, Umuarama e União da Vitória. Além disso, houve cumprimento de mandados em Naviraí (MS), Joinville (SC), Bauru (SP) e Itapecerica da Serra (SP).
Durante as diligências, que mobilizaram cerca de mil policiais e 240 viaturas em diversas regiões do Estado, foram apreendidos aproximadamente 1,2 quilo de cocaína, 670 gramas de crack e 700 gramas de maconha, além de oito armas de fogo, entre elas quatro pistolas, uma espingarda e três revólveres.
As equipes também apreenderam cerca de R$ 12 mil em espécie e localizaram, em Curitiba, um imóvel utilizado para a preparação e manipulação de drogas, equipado com prensa e outros materiais empregados no processamento de entorpecentes.

A ação é resultado de investigações conduzidas pelos dez núcleos do Gaeco no Paraná e conta com a atuação integrada da Polícia Militar do Paraná, Polícia Civil do Paraná, Polícia Penal do Paraná e Polícia Científica do Paraná. As apurações são desenvolvidas desde o final de 2025 e identificaram a atuação de uma facção criminosa com ramificações em diferentes estados e influência dentro do sistema prisional.
“A integração entre as forças de segurança representou um avanço significativo na atuação do Ministério Público do Paraná. A partir do cruzamento de informações e do trabalho coordenado entre os órgãos envolvidos, foi possível identificar alvos estratégicos e deflagrar uma operação robusta, reafirmando o compromisso das instituições com o enfrentamento qualificado ao crime organizado”, disse o procurador-geral da Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti.
