Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

08 de abril de 2026

Justiça nega habeas corpus a diplomata alemão preso após morte do marido no Rio


Por Agência Estado Publicado 07/08/2022 às 17h00 Atualizado 20/10/2022 às 14h51
Ouvir: 00:00

A Justiça negou um pedido de habeas corpus feito pela defesa do diplomata alemão Uwe Herbert Hahn. Ele foi preso em flagrante, na noite de sábado, acusado de matar o marido, o belga Walter Henri Maxilien Biot, de 52 anos. Segundo a defesa do diplomata, a prisão teria sido ilegal porque não houve flagrante e teria havido desrespeito à imunidade diplomática.

A polícia entende que houve flagrante – ele foi preso menos de 24 horas depois da morte – e que não houve desrespeito à imunidade diplomática porque ele não é consul-geral no País, nem embaixador. Além do mais, o crime ocorreu em Ipanema, não em território considerado alemão, e sem relação com as atividades diplomáticas.

A juíza Maria Izabel Pena Pieranti entendeu que não caberia ao plantão judicial decidir sobre a soltura do investigado e que isso deveria ser feito em audiência de custódia. Depois de passar a noite na 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon, Hahn foi transferido na manhã deste domingo para o presídio de Benfica. A audiência de custódia está prevista para acontecer na tarde de hoje.

Walter Henri Maxilien Biot foi encontrado morto no apartamento em que o casal morava em Ipanema, na zona sul do Rio, na noite de sábado. Inicialmente, Hahn alegou que o companheiro tinha passado mal e desmaiado. Exame de necropsia indicou que o corpo da vítima apresentava mais de 30 lesões não compatíveis com uma queda. E a causa da morte foi apontada como traumatismo craniano provocado por ação contundente. A perícia policial no apartamento também indicou sinais de luta corporal.

“A versão dele (Uwe Hahn) é muito frágil diante das evidências arrecadadas, das provas e da perícia técnico-científica”, disse no sábado ao Estadão a delegada Camila Lourenço, da 14ª DP. Neste domingo, ela esteve novamente no apartamento em Ipanema e recolheu garrafas de suco.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação
Geral

Covid-19: veja perguntas e respostas sobre a variante BA.3.2, identificada em 23 países


A publicação de um relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) sobre a…


A publicação de um relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) sobre a…

Geral

Onça-parda morre atropelada por carro do Ministério da Fazenda em Brasília


Uma onça-parda morreu atropelada na noite de segunda-feira, 6, na via L4 Norte, próximo à Estação Biológica da Universidade de…


Uma onça-parda morreu atropelada na noite de segunda-feira, 6, na via L4 Norte, próximo à Estação Biológica da Universidade de…

Geral

Mulher é morta a facadas junto com filho de 6 anos na Bahia; suspeito a perseguia há anos


*Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica…


*Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica…