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01 de abril de 2026

Correção: Bolsonaro diz torcer por privatização dos Correios


Por Agência Estado Publicado 13/07/2021 às 21h59 Atualizado 20/10/2022 às 11h45
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Atenção senhor (a) editor (a): esta retranca substitui a anterior que continha a (s) seguinte (s) incorreção (ões).

No último parágrafo havia um erro: José Barroso Tostes Neto é secretário da Receita Federal, e não como constou. Segue material corrigido.

O presidente Jair Bolsonaro demonstrou otimismo em relação à aprovação da privatização dos Correios no Congresso. “Se Deus quiser, elas prosperarão (as privatizações) e o Brasil cada vez mais se tornará um país menos inchado”, disse em discurso na cerimônia de sanção da Lei de Capitalização da Eletrobras.

Bolsonaro admitiu que fez votos equivocados em matérias relativas à economia durante o período no qual exerceu mandato de deputado federal. “Fui, ao longo do tempo, aprendendo a votar nas questões econômicas. Paulo Guedes, você não se aproximaria de mim”, brincou.

Em seu período como parlamentar, Bolsonaro se opôs à reforma da Previdência proposta pelo governo Temer e criticou duramente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pela venda de companhias estatais na década de 1990. Em declaração intempestiva, chegou a dizer que o tucano deveria ter sido fuzilado pelas medidas.

O discurso econômico liberal entrou na agenda de Bolsonaro às vésperas das eleições presidenciais de 2018, quando antagonizou com o PT. No entanto, em sua fala na solenidade que marcava a aprovação da transferência da Eletrobras para o setor privado, o presidente ainda se mostrou reticente em relação à agenda de venda de ativos. “Eu ainda não fui totalmente convertido ao Paulo Guedes”, disse após descartar a possibilidade de privatização da Caixa Econômica Federal, que, segundo ele, não faz parte nem dos planos do ministro da Economia.

Bolsonaro também comparou, em tom jocoso, o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, ao personagem de desenho animado Tio Patinhas, por adotar critérios rigorosos para liberação de recursos e defender política de austeridade. “Paulo Guedes não dá nada. O Tostes é um verdadeiro Tio Patinhas. Não consegue tirar nada dele”, brincou.

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