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16 de dezembro de 2025

Clientes da Oi serão migrados para Tim, Claro e Vivo; veja qual será sua nova operadora


Por Lethícia Conegero, com informações da Agência Estado Publicado 12/02/2022 às 20h47 Atualizado 20/10/2022 às 13h32
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Clientes da Oi serão migrados para Tim, Claro e Vivo; veja qual será sua nova operadora
Foto: Ilustrativa/Pixabay

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a venda da Oi Móvel nesta semana e o 42 milhões de clientes da operadora serão migrados para as concorrentes Tim, Claro e Vivo. A divisão de clientes será feita por código de área – veja a lista abaixo.

A TIM ficará com um total de 29 DDDs e 14,5 milhões de linhas; a Claro com 27 DDDs e 11,7 milhões de linhas; e a Vivo com 11 DDDs e 10,5 milhões de linhas.

Na decisão sobre a operação, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que as teles apresentem o passo a passo de como será a transferência para TIM, Claro e Vivo. Além disso, a agência determinou que seja repassado ao consumidor o direito da portabilidade, a ausência de cobrança em virtude de quebra de fidelização dos contratos dos usuários de telefonia móvel ou combo da Oi, bem como canais para dúvidas.

Veja qual será sua nova operadora, conforme o DDD:

  • TIM: 11, 16, 19, 21, 22, 24, 32, 51, 53, 54, 55, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68, 69, 73, 75, 89, 93, 94, 95, 96 ,97 e 99
  • CLARO: 13, 14, 15, 17, 18, 27, 28, 31, 33, 34, 35, 37, 38, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 71, 74, 77, 79, 87, 91 e 92
  • VIVO: 12, 41, 42, 81, 82, 83, 84, 85, 86, 88 e 98

Venda da Oi Móvel

A venda da Oi Móvel para as concorrentes foi acertada em dezembro de 2020, em leilão dentro do processo de recuperação judicial da operadora. A operação, no valor de R$ 16,5 bilhões, aguardava um parecer do Cade desde então. 

O julgamento, realizado na última quarta-feira, 9, foi marcado pela divisão do conselho e terminou empatado com 3 votos a favor e 3 contra. Tudo foi decidido, então, pelo voto de Minerva do presidente do órgão antitruste, Alexandre Cordeiro.

A venda da empresa foi condicionada ao cumprimento de um pacote de medidas negociado com as operadoras, que incluem o aluguel de uma parcela do espectro – faixas de ar por onde passam os dados da comunicação – adquirido no negócio.

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