Bolsas de NY fecham mistas em meio a prolongamento da guerra e WTI acima de US$ 100
As bolsas de Nova York fecharam mistas nesta segunda-feira, 30, com o Dow Jones conseguindo sustentar uma leve alta. Na reta final do trimestre, o S&P 500 se aproximava do território de correção diante dos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que levaram o petróleo WTI a fechar acima de US$ 100.
O Dow Jones fechou em alta de 0,11%, aos 45.216,14 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 0,39%, aos 6.343,72 pontos, e o Nasdaq encerrou com recuo de 0,73%, aos 20.794,64 pontos.
O S&P 500 acumula queda de certa de 9% e está perto de registrar uma correção técnica – baixa de 10% desde a máxima de fechamento em 6,978.60 pontos, em 27 de janeiro. Mercados caminham ainda para o encerramento do trimestre, momento que favorece operações de window dressing, uma atividade de negociação planejada para melhorar a aparência de um portfólio a ser apresentado a clientes ou acionistas.
Nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu alguma esperança aos investidores de que o fim da guerra contra o Irã possa estar próximo, mas renovou ameaças caso não sejam aceitas as propostas de seu governo.
Ações de empresas de alumínio tiveram forte alta após o preço do metal disparar depois que duas das maiores produtoras de alumínio do Golfo foram alvejadas por drones e mísseis iranianos. A Alcoa subiu 8,2% e a Century Aluminium avançou 7,3%.
As ações de tecnologia marcaram uma sessão mista mesmo diante de temores de manutenção da taxa de juros nos EUA. O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que o BC americano pode olhar além do choque do petróleo, mas alertou que a paciência tem limites.
A Apple perdeu 0,9%, em meio à aproximação de seu aniversário de 50 anos na próxima semana. As ações da Nvidia reduziram a queda a 1,4% e a Amazon subiu 0,81%. A Alphabet caiu 0,3% e a Microsoft ganhou 0,61%
A Bullfrog IA saltou 106% após a empresa anunciar acordo comercial com uma das 5 maiores empresas farmacêuticas globais em receita em 2025 para aplicar a plataforma proprietária bfLEAP? na identificação e priorização de novos alvos terapêuticos para o transtorno depressivo maior.
