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01 de abril de 2026

Correção: Petrobras projeta antecipar descomissionamento de plataformas em Plano de Negócios


Por Agência Estado Publicado 01/04/2026 às 12h08
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A matéria cuja correção foi publicada nesta quarta-feira, 1º de abril, foi divulgada, na terça-feira, 31 de março, e não quarta-feira. O cargo do profissional da Petrobras é gerente geral de Projetos de Descomissionamento, e não gerente executivo de Águas Ultraprofundas como havia sido informado. Segue a versão definitiva corrigida.

Petrobras projeta antecipar descomissionamento de plataformas no próximo Plano de Negócios

A Petrobras busca iniciar o descomissionamento da FPSO Cidade de Santos, previsto para 2027, ainda em 2026. O movimento de antecipação da reciclagem de unidades e de destinação sustentável de mais de 500 poços não é isolado, de acordo com o gerente geral de Projetos de Descomissionamento da Petrobras, Carlos Castilho.

“A ideia da Petrobras é antecipar. No próximo Plano de Negócios, vamos antecipar a saída de plataformas por questões de segurança e integridade ambiental”, disse ele.

Após 2031, a estatal prevê a saída de 50 plataformas, sendo 43 fixas. “O descomissionamento já começou, as empresas estão sendo consultadas e a destinação será para quem tiver melhor estrutura”, complementou.

O executivo participou de evento no Rio de Janeiro, organizado pela FGV Energia, sobre descomissionamento, comissionamento, atividades de operação e manutenção de FPSOs em Sergipe. Desde 2021, a Petrobras está desmobilizando plataformas no estado. A partir de 2031, estão previstas cinco saídas de um total de 26 plataformas.

“Se o Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) estiver preparado, vai acontecer no próprio estado”, comentou ele.

De acordo com os resultados de um estudo em desenvolvimento conduzido pela FGV Energia antecipado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o TMIB, em Barra dos Coqueiros (SE), e atrelado ao consórcio formado pela Petrobras e pela VLI, é uma peça-chave para a economia sergipana, mas desafios estruturais podem limitar o pleno aproveitamento.

Dentro do Plano de Negócios 2026-2030, a Petrobras prevê US$ 9,7 bilhões para a destinação sustentável de equipamentos e o abandono de poços.

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