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06 de abril de 2026

Exportação do Brasil para a Liga Árabe alcança receita recorde em 2022


Por Agência Estado Publicado 23/01/2023 às 12h56
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As exportações do Brasil para a Liga Árabe, bloco de 22 países no Oriente Médio e no Norte da África, alcançaram receita recorde de US$ 17,743 bilhões em 2022. O valor é 23,06% em relação ao ano anterior, segundo dados compilados pelo Departamento de Inteligência de Mercado da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. A liderança dos embarques foi constituída por produtos do agronegócio, responsáveis por 70,87% das receitas ao longo do ano.

A Câmara Árabe informa, em nota, que o açúcar liderou a lista de receita cambial, com US$ 3,443 bilhões, alta de 24,73% ante 2021, seguido por derivados de aves (US$ 3,164 bi, +30,58%), minério de ferro (US$ 2,914 bi, -24,03%), milho (US$ 2,013 bi, +92,12%), soja (US$ 1,107 bi, +73,53%) e derivados bovinos (US$ 1,044 bi, +13,55%).

Em 2022, os principais destinos dos produtos brasileiros para o bloco foram: Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito, Argélia, Bahrein, Marrocos, Omã e Catar.

Segundo a Câmara, houve também aumento nas vendas árabes para o Brasil, com crescimento de 53,37% ante 2021, para US$ 15,037 bilhões. Com o resultado, o comércio entre Brasil e Liga Árabe alcançou a inédita marca de US$ 32,780 bilhões, com saldo para o lado brasileiro de US$ 2,706 bilhões, de acordo com a entidade.

Os produtos do agronegócio foram vendidos a preços médios 14,40% mais altos na comparação com 2021. A análise considera os valores e os volumes registrados pelas cerca de 190 posições SH4 (uma das nomenclaturas para categorias de produtos) enviadas do Brasil para a Liga Árabe, sobretudo quando analisados os produtos na dianteira da pauta.

Entre os 15 campeões de venda, o que registrou maior alta foi o café, segundo a Câmara. A commodity foi negociada na Liga Árabe a US$ 3.962,57 por tonelada, alta de 88,10% sobre o ano anterior. O milho foi vendido a US$ 273,96 a tonelada, avanço de 36,46% sobre 2021. As carnes de aves registraram avanço de 26,23% nos preços, para US$ 2.171,96 a tonelada.

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