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30 de março de 2026

Documentário percorre feiras de Maringá para registrar cultura, sabores etransformações


Por Redação GMC Online Publicado 30/03/2026 às 20h48
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As feiras livres fazem parte da paisagem urbana e da rotina de milhares de moradores de
Maringá. Mais do que espaços de compra e venda, esses ambientes reúnem histórias,
tradições familiares e formas de convivência que ajudam a moldar a identidade da cidade.

E é justamente esse universo que será retratado no novo documentário “O que se compra e
o que se vive: Narrativas das Feiras de Maringá”. A produção, que começa a ser rodada em
abril, percorrerá cinco feiras maringaenses para explorar a cultura, o consumo e as
transformações desses espaços ao longo do tempo. O lançamento está previsto para junho
deste ano.

A proposta do filme, um curta-metragem, é apresentar as feiras como territórios vivos da
cidade. Ao longo das gravações, a equipe pretende registrar o cotidiano de feirantes e
frequentadores, captar imagens dos produtos e das relações que se constroem entre
barracas, corredores e mesas improvisadas.

“Uma produção audiovisual que apresenta as feiras livres de Maringá como muito mais do
que espaços de consumo. O projeto busca revelar esses locais como territórios vivos onde
se entrelaçam produtos, convivências, sociabilidades, histórias, memórias e tradições,
evidenciando sua importância cultural, econômica e social para a cidade”, destacou Melissa
Sperandio, idealizadora, produtora executiva e roteirista do projeto.

O documentário também pretende contextualizar a presença histórica das feiras na cidade.
A narrativa explicará as diferenças entre as feiras livres tradicionais, as feiras orgânicas e as
chamadas feiras do produtor, cada uma com características próprias de produção, comercialização e relação com os consumidores.


Mesmo com a grande variedade de produtos disponíveis, há um item que se tornou
praticamente um símbolo das feiras brasileiras: o pastel. Crocante, servido muitas vezes
acompanhado de caldo de cana, ele aparece como elemento cultural marcante no roteiro.
Ao mesmo tempo, o documentário também pretende explorar outras culinárias presentes
nas barracas, revelando a diversidade gastronômica que caracteriza esses espaços.

Atravessando gerações

A produção também irá destacar as histórias familiares que atravessam gerações nas feiras
maringaenses. Muitos feirantes herdaram a atividade de pais e avós, mantendo tradições
que atravessam décadas. Nesse contexto, o filme dará atenção especial à presença
nipo-brasileira na produção hortifrutigranjeira da região, reconhecida pela forte contribuição
para o abastecimento e para o desenvolvimento agrícola local.

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