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04 de março de 2026

Malafaia reage a críticas e chama Wagner Moura de “artista cretino”


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 13/01/2026 às 08h46
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O pastor Silas Malafaia criticou o ator Wagner Moura nesta segunda-feira, 12, após declarações feitas pelo artista durante a coletiva do Globo de Ouro de 2026, realizada na noite de domingo, 11, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

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Foto: Reprodução

Durante entrevista após vencer o prêmio de Melhor Ator de Drama pelo filme O Agente Secreto, Wagner Moura chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de fascista ao comentar o período recente da política brasileira.

Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Malafaia reagiu às falas do ator com críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ataques pessoais a Moura, a quem chamou de “artista cretino”.

“WAGNER MOURA! Para esse artista cretino, governo bom é dar aumento de 18 reais para professores e 18 bilhões para o que eles chamam de cultura. Na verdade é compra de consciência e propaganda de governo”, escreveu o pastor. “Você está morando no lugar errado, ao invés dos EUA, vai morar em Cuba seu esquerdista de araque!”, completou.

A manifestação de Malafaia ocorreu após Wagner Moura subir ao palco da premiação e, posteriormente, participar da coletiva de imprensa. Na ocasião, o ator defendeu a continuidade da produção de obras que abordem o período da ditadura militar no Brasil.

Segundo Moura, o tema ainda precisa ser amplamente debatido pela sociedade brasileira.

“A ditadura ainda é uma cicatriz aberta na vida brasileira. Isso aconteceu há apenas 50 anos. Nós recentemente tivemos, de 2018 a 2022, um presidente de extrema direita, fascista, que é uma manifestação física dos ecos da ditadura. Então, a ditadura ainda está muito presente no cotidiano brasileiro”, afirmou.

O diretor Kleber Mendonça Filho também fez críticas a Bolsonaro durante o evento internacional.

“Há cerca de dez anos, o Brasil deu uma guinada drástica à direita, e esse tempo já se foi. O ex-presidente está agora na prisão. Ele foi epicamente irresponsável em não liderar o país. E eu realmente acho que o cinema pode ser uma forma de expressar algumas queixas que temos sobre a sociedade em que vivemos”.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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