A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se reuniu com as escuderias após tantas reclamações nas etapas da Austrália e da China da atual temporada da Fórmula 1 e prometeu medidas para amenizar as críticas. Nesta quinta-feira, a entidade anunciou ajustes já para os treinos do GP do Japão.
A principal novidade é que a gestão de energia dos carros será diferente antes da sessão de qualificação para a corrida de domingo. Os fabricantes de unidades de potência concordaram com a redução da recarga máxima de 9 para 8 megajoules.
“A FIA observa que os primeiros eventos sob o Regulamento de 2026 foram operacionalmente bem-sucedidos, e esse aprimoramento direcionado faz parte do processo normal de otimização, à medida que a nova estrutura regulatória é validada em condições reais”, afirmou.
Na visão da entidade, as mudanças no autódromo de Suzuka servirão para “garantir que o equilíbrio pretendido entre a distribuição de energia e o desempenho do condutor seja mantido.”
“Este ajuste reflete o feedback de pilotos e equipes, que enfatizaram a importância de manter a classificação como um desafio de desempenho”, enfatizou a entidade, garantindo que vai ouvir as equipes a cada Grande Prêmio.
“A FIA, juntamente com as equipes de F1 e os fabricantes de unidades de potência, continua a adotar evoluções na gestão de energia, com novas discussões agendadas para as próximas semanas”, explicou a FIA, garantindo que a meta e deixar a modalidade mais disputada sem desagradar os pilotos.