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09 de abril de 2026

ABDE: ‘O Agente Secreto’ contou com R$ 7,5 mi em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual


Por Agência Estado Publicado 22/01/2026 às 17h57
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Após as quatro indicações do filme “O Agente Secreto” ao Oscar 2026, a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), representante do Sistema Nacional de Fomento (SNF), divulgou que a produção contou com R$ 7,5 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O mecanismo do governo federal é administrado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e pelo Ministério da Cultura e voltado ao fortalecimento de toda a cadeia produtiva do audiovisual, do desenvolvimento à distribuição e exibição.

“O sucesso internacional do cinema brasileiro está diretamente ligado à existência de instrumentos públicos de financiamento que estruturam o setor e dão previsibilidade aos recursos. O Sistema Nacional de Fomento viabiliza investimentos em diferentes etapas da cadeia produtiva, o que contribui para elevar a qualidade audiovisual e ampliar sua presença no cenário internacional”, defendeu o diretor-executivo da ABDE, André Godoy.

No caso de “O Agente Secreto”, os recursos foram operacionalizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A instituição e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são hoje os principais gestores dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, atuando por meio de financiamentos, chamadas públicas e editais de fomento. Até o primeiro semestre de 2025, o saldo depositado junto aos dois agentes somava R$ 3,4 bilhões.

“O Agente Secreto” foi indicado ao Oscar 2026 nesta quinta-feira, 22, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Escalação de Elenco e Melhor Ator para o protagonista Wagner Moura. O filme brasileiro estava entre os 15 pré-indicados, em relação anteriormente divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, e conquistou uma das cinco vagas na lista final. Os vencedores serão revelados na cerimônia de premiação em 15 de março.

A ABDE citou outros filmes brasileiros de grande repercussão recente – como “Bacurau”, “O Último Azul”, “Enquanto o Céu Não Me Espera”, “Oeste Outra Vez”, “A Natureza das Coisas Invisíveis” e “Baby” -, que também tiveram financiamento operado por instituições do Sistema Nacional de Fomento em alguma etapa de sua produção.

No total, o levantamento da ABDE mostrou que, entre 2009 e julho de 2025, o Fundo Setorial do Audiovisual desembolsou R$ 5,48 bilhões. Apenas em 2024, o volume desembolsado foi de R$ 711,1 milhões, o maior valor anual da série histórica. Em 2025, até 31 de julho, o valor de R$ 411 milhões representa cerca de 58% do total de 2024, de acordo com o dado parcial.

Além dessas instituições, o FSA também conta com agentes credenciados como o Banco do Nordeste, a Caixa Econômica Federal (CEF), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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