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14 de abril de 2026

Balança já acumula superávit em abril maior do que saldos de janeiro, fevereiro e março


Por Agência Estado Publicado 13/04/2026 às 16h00
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A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 6,748 bilhões em abril, um crescimento de 151,6% em relação ao mesmo mês de 2025. O resultado das duas primeiras semanas de abril deste ano é decorrente de US$ 14,879 bilhões em exportações e US$ 8,131 bilhões em importações.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 13, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O resultado de abril – equivalente apenas às duas primeiras semanas – levam a parcial do mês a ter um saldo maior que o registrado em cada um dos três primeiros meses já fechados de 2026: janeiro fechou com superávit de US$ 3,732 bilhões, fevereiro teve superávit de US$ 4,038 bilhões e março registrou superávit de US$ 6,405 bilhões.

A primeira semana de abril registrou superávit comercial de US$ 2,553 bilhões, com exportações de US$ 4,809 bilhões e importações de US$ 2,256 bilhões. Já a segunda semana teve superávit de US$ 4,194 bilhões, saldo obtido com US$ 10,069 bilhões em exportações e US$ 5,874 bilhões em importações.

De janeiro até a segunda semana de abril, o ano acumula superávit de US$ 20,922 bilhões, um crescimento de 44,3% em relação ao mesmo período de 2025, quando o superávit no período somava US$ 17,270 bilhões. A projeção do MDIC é de que o superávit da balança comercial seja de US$ 72,1 bilhões neste ano. O resultado projetado para 2026 é decorrente de uma previsão de US$ 364,2 bilhões em exportações e US$ 292,1 bilhões em importações.

Até a segunda semana de abril, comparado ao mesmo período de 2025, as exportações cresceram 42,2%. O desempenho dos setores foi o seguinte: alta de 29,1% em Agropecuária, que somou US$ 3,591 bilhões; crescimento de 83,8% em Indústria Extrativa, que somou US$ 4,517 bilhões; e, por fim, alta de 29,8% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,694 bilhões.

Em relação às importações, houve alta de 4,5%, na mesma comparação. Foi registrada queda de 33,4% em Agropecuária, que somou US$ 131 milhões; redução de 9,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 346 milhões; e, por fim, alta de 6,7% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 7,623 bilhões.

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