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02 de março de 2026

Bolsas da Europa fecham em forte queda com escalada de conflito no Oriente Médio


Por Agência Estado Publicado 02/03/2026 às 13h55
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As bolsas europeias fecharam em queda acentuada nesta segunda-feira, 02, pressionadas pela escalada do conflito no Oriente Médio após ataques dos EUA e de Israel ao Irã, que elevaram a aversão a risco global e impulsionaram fortemente o petróleo. O avanço da commodity reacendeu temores inflacionários e de desaceleração econômica, penalizando sobretudo ações sensíveis ao ciclo, como viagens, varejo e bancos, enquanto papéis de energia e defesa limitaram perdas mais amplas.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,20%, a 10.780,11 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 2,42%, a 24.672,40 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 2,17%, a 8.394,32 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 46.280,40 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 2,65%, a 17.875,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.272,47 pontos. As cotações são preliminares.

A revisão confirmou que o PMI industrial da zona do euro voltou ao terreno de expansão, enquanto o indicador do Reino Unido caiu e frustrou estimativas iniciais. Para a Commerzbank, um conflito prolongado pode elevar a inflação da região em até 1 ponto porcentual e reduzir o crescimento em alguns décimos, com risco de o petróleo se aproximar de US$ 100. O RBC Capital Markets destacou possível impacto negativo sobre o varejo europeu, enquanto o Vontobel vê pressão adicional sobre o segmento de luxo.

Entre as ações, petrolíferas lideraram ganhos, com Var Energi e Equinor registrando fortes altas de cerca de 6% e 8%, respectivamente, na esteira do salto do petróleo. No setor de defesa, BAE Systems avançou cerca de 5,3%, ao lado da Leonardo, que subiu pouco mais de 2,5%.

Na ponta negativa, empresas de turismo e transporte recuaram. TUI e Carnival figuraram entre as baixas, com quedas de cerca de 10% e 8%, respectivamente. Companhias aéreas, como IAG e Lufthansa caíram perto de 5% cada, refletindo interrupções no tráfego aéreo e temor de enfraquecimento da demanda. Pressionado por possíveis temores inflacionários, o setor bancário recuou cerca de 3%.

*Com informações da Dow Jones Newswires.

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