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05 de abril de 2026

Bolsas de NY fecham em alta com dados acima do esperado nos EUA e recuperação de techs


Por Agência Estado Publicado 05/11/2025 às 18h20
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As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quarta-feira, 05, em alta, recuperando parcialmente as perdas registradas na terça, 04. Dados de serviço dos EUA melhores que o esperado ajudaram a acalmar o mercado acionário, em meio ao shutdown mais longo da história.

O índice Dow Jones teve alta de 0,47%, aos 47.311,00 pontos. Já o S&P 500 encerrou em alta de 0,36%, aos 6.796,31 pontos e o Nasdaq subiu 0,64%, aos 23.499,80 pontos.

Após começarem o dia sem direção, os índices ganharam força e firmaram alta após a publicação dos dados do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços nos EUA, que superaram a expectativa de analistas em ambas as leituras da S&P Global e do ISM.

Impulsionado por um avanço em bloco do setor de tecnologia, o Nasdaq teve o melhor desempenho nesta quarta. A Meta (+1,38%), Alphabet (+2,44%), IBM (+1,97%) e Intel (+3,65%) estão entre as empresas que se destacaram entre os ganhos.

A AMD subiu 2,31% após divulgar ganhos acima do esperado na terça. Já a Super Micro Computer, que também divulgou balanço, marcou um tombo de 11,33%, com lucro e receita abaixo das expectativas. A Qualcomm, que deve divulgar resultados após o fechamento do mercado, avançou 3,98%.

A Novo Nordisk reduziu as projeções de crescimento, mas o American Depositary Receipt (ADR) da empresa conseguiu fechar em alta de 0,44%, em meio a disputas com a Pfizer pela compra da Metsera – que teve baixa de 2,46%, após disparar 20% na sessão anterior

O McDonalds avançou 2,16%, mesmo após divulgar lucros abaixo das expectativas.

Traders também acompanharam o aumento acima do esperado nos dados de emprego do setor privado nos EUA. Os números podem apontar para um Federal Reserve (Fed) menos flexível na próxima decisão de política monetária, em dezembro.

Também no radar, o shutdown do governo dos EUA se tornou hoje o mais longo da história, durando 36 dias, em meio a comentários do presidente Donald Trump de que a paralisação não deve acabar em breve.

*Com informações de Dow Jones Newswires

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