Vídeo: Gato é capturado pelos bombeiros após invadir casa, mas foge e volta ao imóvel: ‘grande, forte e muito bravo’

Um gato que vive nas ruas da Zona 4, em Maringá, voltou a invadir a casa de uma família na Rua Princesa Isabel, depois de já ter sido retirado pelo Corpo de Bombeiros na última sexta-feira, 6. O animal entrou na residência na quarta-feira, 4, pelo fosso de luz e não conseguiu sair. Os bombeiros fizeram o resgate, mas o gato fugiu e voltou ao imóvel na noite do dia 10.
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Da primeira vez que o animal entrou na casa, os moradores, Fernanda Guimarães, de 37 anos, e o pai dela, de 75, abriram as portas e tentaram fazer com que o gato saísse, mas ele foi para a sala, subiu nas cortinas, quebrou objetos de decoração e se escondeu debaixo do sofá. Foram dois dias com o gato dentro de casa.
Fernanda conta que o animal é conhecido na vizinhança e apresenta comportamento agressivo. “Nós temos cachorros e uma gata em casa, gostamos de animais, demos comida e água, mas ele é muito arisco. Ele mostrava todos os dentes e as unhas e ficava todo arrepiado quando chegávamos perto”, lembra.
Os moradores pediram ajuda à Secretaria de Bem-Estar Animal, a ONGs e a veterinários, mas só conseguiram auxílio efetivo do Corpo de Bombeiros. Veja o vídeo abaixo:
No entanto, para a surpresa da moradora, nesta semana ela viu o gato novamente na rua. Na terça-feira, 10, à noite, ele passou novamente pela garagem e entrou na casa pelo fosso de luz. “Ele vem atrás da minha gatinha, que é mansa e castrada”, diz a moradora.
Em contato com o Corpo de Bombeiros, Fernanda soube que o animal fugiu quando era colocado na caixa de transporte. “É um gato grande, forte e muito bravo”, afirma. Depois que entrou na casa pela segunda vez, o gato passou mais uma noite no local.
O segundo resgate só foi feito na quarta-feira, 11. Para retirar o gato do imóvel, os moradores chamaram um amigo que, usando uma coberta, conseguiu se aproximar e pegar o animal. Porém, mais uma vez, quando ele seria colocado no carro, o gato conseguiu fugir. “Nossa intenção era levá-lo ao veterinário para verificar a condição de saúde e viabilizar a castração, mas, infelizmente, não foi possível e ele continua solto”, diz.
