Bem-Estar Animal de Maringá orienta comunidade sobre adoção responsável pelo aplicativo Petis


Por Redação GMC Online
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Foto: Altair Godoy/PMM

A Secretaria de Proteção e Bem-Estar Animal (Sebea), orienta a comunidade sobre o processo para adoção responsável de cães e gatos pelo aplicativo Petis. A ferramenta permite consultar animais disponíveis e fornece orientações sobre os requisitos para a adoção.

A entrega do pet só ocorre após cadastro, avaliação da equipe técnica, entrevista com o possível tutor e o aceite do termo de responsabilidade. O objetivo é garantir que os encaminhamentos para as famílias ocorram mediante compatibilidade com o perfil, rotina e necessidades de cada animal.

A medida integra as ações de manejo populacional ético de cães e gatos. A secretária de Proteção e Bem-Estar Animal, Daniela Tozetto, frisa que um dos pilares dessa diretriz é o incentivo à adoção responsável. “Por isso, fazemos uma triagem e um questionário para entender a realidade da família, o local onde mora e o estilo de vida. A partir dessas informações, conseguimos direcionar o perfil do animal mais adequado para cada tutor”, explica.

Os animais disponíveis para adoção são divulgados pelo aplicativo Petis, pelas redes sociais oficiais da Prefeitura e em feiras e eventos promovidos pela Sebea. Após escolher o animal, o interessado deve entrar em contato com a equipe pelas redes sociais, presencialmente ou pelo WhatsApp (44 99118-3382). Também é possível agendar uma visita ao Centro de Bem-Estar Animal.

“Durante a visita, os interessados recebem orientações sobre comportamento, cuidados, adaptação e necessidades específicas de cada animal. Em seguida, devem fazer o cadastro no aplicativo Petis, preencher os dados pessoais e solicitar a adoção do pet escolhido”, diz Daniela.

Se o animal ainda não estiver castrado no momento da adoção, ele é encaminhado para os novos tutores com a garantia de castração gratuita. O procedimento será realizado em clínica cadastrada pelo município. Os animais também são vacinados e avaliados pela equipe veterinária. “Caso o animal tenha tido alguma doença pré-existente, ela é tratada.

Em alguns casos, quando há necessidade de tratamento mais longo, a família recebe todas as orientações antes de concluir a adoção. Tudo é esclarecido no momento do processo”, explica Daniela. Ela acrescenta que após a adoção, a equipe da Secretaria também pode realizar acompanhamento para orientar a família e auxiliar na adaptação do animal ao novo lar.

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