Bolo de pudim viraliza em Maringá e produção dispara mais de 1.000% em 15 dias: ‘Inacreditável’, diz confeiteira


Por Camila Maciel
Design sem nome
Foto: Reprodução Redes Sociais

Vendendo bolos em Maringá desde 2017, a confeiteira Jennifer Lopes está vivendo um verdadeiro sonho. Em apenas 15 dias, ela viu sua produção saltar de 18 kg para 200 kg de bolo, um aumento de mais de 1.000%.

O motivo é uma nova receita feita por ela que viralizou nas redes sociais: o bolo de pudim. A inspiração veio da internet, mas Jennifer decidiu adaptar a ideia, o que garantiu o sucesso da novidade.

“O que eu vi outras pessoas fazendo só tinha o pudim em cima e um recheio neutro, mas eu quis trazer o sabor do pudim para dentro do bolo, e deu certo”, comemora.

Como o bolo viralizou

Para divulgar a nova receita, Jennifer, que tem um trailer que percorre quatro feiras de Maringá, apostou em uma trend que estava em alta nas redes sociais.

O texto da publicação dizia: “Uma influenciadora pediu R$ 2 mil para viralizar meu bolo de pudim, daí eu resolvi tentar fazer isso. Vocês me ajudam?” Veja:


Os seguidores ajudaram, e a publicação em vídeo rendeu dezenas de comentários, centenas de curtidas e um aumento de mais de 100% no número de seguidores. O resultado: filas e mais filas para comprar o bolo de pudim.

Da sobra aos 200 kg

Há poucos dias a realidade era bem diferente.

“Há cerca de duas semanas, eu voltei da feira de domingo com uma sobra de 10 kg de bolo. Doei uma parte, e a outra estragou, e precisei jogar fora. Mas foi inacreditável: poucos dias depois, eu estava chegando à mesma feira com 200 kg, que foram vendidos em 3 horas e meia”, comemora.

Foto: Divulgação

Para dar conta da explosão nas vendas, a confeiteira agora busca reforço na equipe. Atualmente, ela tem apenas uma funcionária e já está com vaga aberta para contratar mais uma. 

Trajetória e gratidão

Foto: Arquivo Pessoal

A trajetória da confeiteira começou em 2017, com a venda de bolos decorados para festas. Em setembro de 2024, ela passou a participar das feiras da cidade vendendo fatias, e em maio de 2025 trocou a barraca por um trailer cor-de-rosa.

“Já faz quase um ano e meio que a gente vinha batalhando nas feiras, tentando reconhecimento, e ver isso tudo acontecendo é surreal para mim. É um sentimento de gratidão a Deus e a cada um dos clientes que vai lá, enfrenta a fila, compra, elogia e depois volta”, diz.

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