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27 de março de 2026

Com a Sexta-feira Santa chegando, preço do peixe assusta e varia quase 300% em Maringá


Por Luciana Peña/CBN Maringá Publicado 27/03/2026 às 12h53
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Entre os itens pesquisados, o peixe mais barato encontrado foi a corimba inteira, comercializada a R$ 29,90 o quilo. O filé de sardinha também aparece entre as opções mais acessíveis. . Foto: Jaelson Lucas/Arquivo AEN

Às vésperas da Sexta-feira Santa, o Procon de Maringá divulgou nesta sexta-feira, 27, uma pesquisa que aponta variação de até 288% no preço de pescados na cidade. O levantamento, feito na quinta-feira, 26, analisou valores praticados em quatro estabelecimentos e revelou diferenças expressivas entre os preços de um mesmo produto.

De acordo com o órgão, a variação pode chegar a até 288%, o que reforça a importância da pesquisa por parte dos consumidores, especialmente às vésperas da Sexta-feira Santa, celebrada no próximo dia 3 de abril.

Segundo a coordenadora do Procon, Audilene Rocha, a diferença de preços pode representar uma economia significativa para as famílias. “A diferença em alguns produtos está muito grande, chegando a 166% e até 288% de uma peixaria para outra. Isso é assustador, porque o consumidor pode pagar muito mais caro pelo mesmo produto”, afirmou.

Entre os itens pesquisados, o peixe mais barato encontrado foi a corimba inteira, comercializada a R$ 29,90 o quilo. O filé de sardinha também aparece entre as opções mais acessíveis. Já produtos considerados mais nobres, como o filé de salmão congelado, foram encontrados por cerca de R$ 89,90, com variação de aproximadamente 22% entre os estabelecimentos.

O levantamento considerou apenas os preços regulares, sem incluir promoções, o que, segundo o Procon, garante maior estabilidade na comparação. Ainda assim, a coordenadora alerta que os valores podem sofrer alterações nos próximos dias, com a aproximação da data religiosa.

“Na semana que vem deve haver maior movimentação nas peixarias, e os preços podem mudar. Também podem surgir ofertas, mas isso depende de cada estabelecimento”, explicou. O Procon orienta os consumidores a pesquisarem antes de comprar para garantir economia e evitar pagar mais caro por produtos semelhantes.

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