Um mês após a inauguração da nova unidade do Zé do Pastel, instalada na megaloja da Havan em Maringá, o negócio familiar segue registrando alta demanda e passando por um período de adaptação à nova rotina de trabalho.
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Em entrevista ao Portal GMC Online, Cassiano Ricardo Rodrigues, filho do fundador conhecido como “Seu Zé”, afirmou que a mudança foi significativa para toda a família. “A nossa rotina mudou 100%. Mudou tudo, a rotina de trabalho e o convívio familiar. Hoje a gente está junto o tempo todo”, destacou.
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Segundo ele, a operação mobiliza diversos integrantes da família, que atuam em diferentes funções para dar conta da produção e atendimento. Além dos cinco colaboradores, participam diretamente das atividades o próprio Seu Zé, filhos, esposa, cunhada e outros parentes que auxiliam desde a produção até tarefas como compras e organização.
Atualmente, a pastelaria funciona de terça a domingo e mantém toda a produção de forma artesanal. Mesmo com o reforço na equipe, a alta procura ainda gera desafios. “Em alguns horários do dia a gente acaba ficando sem pastel no quiosque, por causa do volume de vendas”, explicou Cassiano.
De acordo com ele, a média de vendas durante a semana varia entre 500 e 600 unidades por dia. Já aos finais de semana, esse número sobe para cerca de 800 a 1.000 salgados comercializados diariamente. Antes da mudança para a nova unidade, o Zé do Pastel registrava uma média de aproximadamente 180 pastéis vendidos por dia, o que evidencia o crescimento expressivo nas vendas após a mudança de local.
Com base nesse novo ritmo, a estimativa é de que, em um mês, a pastelaria tenha comercializado entre 18 mil e 24 mil unidades. No modelo anterior, com média de 180 pastéis por dia, esse mesmo volume levaria entre 100 e 130 dias para ser atingido, ou seja, de três a mais de quatro meses de vendas.
Para atender à demanda crescente, a família já planeja investir em novos equipamentos que devem aumentar a capacidade de produção. A expectativa é que os maquinários cheguem nos próximos meses, permitindo ampliar o atendimento e evitar a falta de produtos em determinados períodos.
Outro objetivo é retomar o atendimento no período da manhã, como acontecia anteriormente. “A gente quer voltar a abrir às 7h para atender os clientes antigos do pai, que iam lá tomar café e comer pastel antes do trabalho. Hoje ainda não conseguimos por conta da produção”, afirmou.