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14 de maio de 2026

Planetário, saúde e ciência interativa: espaço da UEM atrai público na Expoingá 2026  


Por Brenda Caramaschi Publicado 11/05/2026 às 18h43
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Atividades interativas para levar ciência aos visitantes da Expoingá ganham mais espaço na feira. / Foto: Brenda Caramaschi

A Universidade Estadual de Maringá ampliou a presença na Expoingá 2026 e transformou o espaço em um ambiente de ciência, cultura e serviços voltados à população. A programação reúne projetos de extensão, atividades interativas, oficinas e demonstrações práticas desenvolvidas por acadêmicos e professores da universidade para aproximar o conhecimento produzido na UEM da comunidade que visita a feira.

Entre os destaques está o planetário móvel do Campus Regional de Goioerê, que vem formando filas desde o início da exposição. Coordenada pelo professor Gabriel da Cruz Dias, do curso de Física, a atividade oferece sessões imersivas realizadas a cada 30 minutos. Dentro de um domo inflável, os visitantes acompanham projeções sobre o sistema solar e o universo. “Os vídeos projetados no topo do domo dão essa sensação de viagem pelo universo”, detalha o professor.

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Genética humana é desmistificada em demonstrações de pesquisas para a comunidade durante a Expoingá. / Foto: Brenda Caramaschi

Outro projeto que desperta curiosidade do público é sobre genética, desenvolvido pelo curso de Biotecnologia. O acadêmico Vinícius Gabriel explica que a iniciativa busca levar informações sobre genética humana e saúde para visitantes de diferentes idades. No espaço, o público conhece imagens de cromossomos, cariótipos e condições genéticas, como a síndrome de Down. Segundo ele, o trabalho também ajuda no combate à desinformação e ao preconceito. “É importante perceber que isso não é uma doença, mas uma condição. A pessoa pode viver de forma saudável e se desenvolver”.

Ações de primeiros socorros também têm chamado a atenção no espaço. Acadêmicos e profissionais ligados ao Hospital Universitário de Maringá promovem treinamentos de urgência e emergência para leigos, ensinando manobras de desengasgo. A enfermeira Samira Goldberg Rego frisa que as orientações podem salvar vidas, principalmente em situações envolvendo crianças. “Aqui é o momento de aprender e praticar para saber agir quando necessário”, diz. 

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Eunice Aguiar participou das atividades e relembrou uma situação em que precisou ajudar uma criança engasgada. Para ela, aprender as técnicas corretas faz diferença. “Até chegar o socorro, a gente precisa tentar ajudar”, relatou. A programação segue durante toda a Expoingá 2026 com atividades gratuitas abertas ao público.

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